sexta-feira, 29 de maio de 2015

A Dama do Lotação

Às dez horas da noite, debaixo de chuva, Carlinhos foi bater na casa do pai. O velho, que andava com a pressão baixa, ruim de saúde como o diabo, tomou um susto:
— Você aqui? A essa hora?
E ele, desabando na poltrona, com profundíssimo suspiro:
— Pois é, meu pai, pois é!
— Como vai Solange? – perguntou o dono da casa. Carlinhos ergueu-se; foi até a janela espiar o jardim pelo vidro. Depois voltou e, sentando-se de novo, larga a bomba:
— Meu pai, desconfio de minha mulher.
Pânico do velho:
— De Solange? Mas você está maluco? Que cretinice é essa?
O filho riu, amargo:
— Antes fosse, meu pai, antes fosse cretinice. Mas o diabo é que andei sabendo de umas coisas… E ela não é a mesma, mudou muito.
Então, o velho, que adorava a nora, que a colocava acima de qualquer dúvida, de qualquer suspeita, teve uma explosão:
— Brigo com você! Rompo! Não te dou nem mais um tostão!
Patético, abrindo os braços aos céus, trovejou:
— Imagine! Duvidar de Solange!
O filho já estava na porta, pronto para sair; disse ainda:
— Se for verdade o que eu desconfio, meu pai, mato minha mulher! Pela luz que me alumia, eu mato, meu pai!
A SUSPEITA
Casados há dois anos, eram felicíssimos. Ambos de ótima família. O pai dele, viúvo e general, em vésperas de aposentadoria, tinha uma dignidade de estátua; na família de Solange havia de tudo: médicos, advogados, banqueiros e, até, ministro de Estado. Dela mesma, se dizia, em toda parte, que era “um amor”; os mais entusiastas e taxativos afirmavam: “É um doce-de-coco”. Sugeria nos gestos e mesmo na figura fina e frágil qualquer coisa de extraterreno. O velho e diabético general poderia pôr a mão no fogo pela nora. Qualquer um faria o mesmo. E todavia… Nessa mesma noite, do aguaceiro, coincidiu de ir jantar com o casal um amigo de infância de ambos, o Assunção. Era desses amigos que entram pela cozinha, que invadem os quartos, numa intimidade absoluta. No meio do jantar, acontece uma pequena fatalidade: cai o guardanapo de Carlinhos. Este curva-se para apanhá-lo e, então, vê, debaixo da mesa, apenas isto: os pés de Solange por cima dos de Assunção ou vice-versa. Carlinhos apanhou o guardanapo e continuou a conversa, a três. Mas já não era o mesmo. Fez a exclamação interior: “Ora essa! Que graça!”. A angústia se antecipou ao raciocínio. E ele já sofria antes mesmo de criar a suspeita, de formulá-la. O que vira, afinal, parecia pouco, Todavia, essa mistura de pés, de sapatos, o amargurou como um contato asqueroso. Depois que o amigo saiu, correra à casa do pai para o primeiro desabafo. No dia seguinte, pela manhã, o velho foi procurar o filho:
— Conta o que houve, direitinho!
O filho contou. Então o general fez um escândalo:
— Toma jeito! Tenha vergonha! Tamanho homem com essas bobagens!
Foi um verdadeiro sermão. Para libertar o rapaz da obsessão, o militar condescendeu em fazer confidências:
— Meu filho, esse negócio de ciúme é uma calamidade! Basta dizer o seguinte: eu tive ciúmes de tua mãe! Houve um momento em que eu apostava a minha cabeça que ela me traia! Vê se é possível?!
A CERTEZA
Entretanto, a certeza de Carlinhos já não dependia de fatos objetivos. Instalara-se nele. Vira o quê? Talvez muito pouco; ou seja, uma posse recíproca de pés, debaixo da mesa. Ninguém trai com os pés, evidentemente. Mas de qualquer maneira ele estava “certo”. Três dias depois, há o encontro acidental com o Assunção, na cidade. O amigo anuncia, alegremente:
— Ontem viajei no lotação com tua mulher.
Mentiu sem motivo:
— Ela me disse.
Em casa, depois do beijo na face, perguntou:
— Tens visto o Assunção?
E ela, passando verniz nas unhas:
— Nunca mais.
— Nem ontem?
— Nem ontem. E por que ontem?
— Nada,
Carlinhos não disse mais uma palavra; lívido, foi no gabinete, apanhou o revólver e o embolsou. Solange mentira! Viu, no fato, um sintoma a mais de infidelidade. A adúltera precisa até mesmo das mentiras desnecessárias. Voltou para a sala; disse à mulher entrando no gabinete:
— Vem cá um instantinho, Solange.
— Vou já, meu filho.
Berrou:
— Agora!
Solange, espantada, atendeu. Assim que ela entrou, Carlinhos fechou a porta, a chave. E mais: pôs o revólver em cima da mesa. Então, cruzando os braços, diante da mulher atônita, disse-lhe horrores. Mas não elevou a voz, nem fez gestos:
— Não adianta negar! Eu sei de tudo! E ela, encostada à parede, perguntava:
— Sabe de que, criatura? Que negócio é esse? Ora veja!
Gritou-lhe no rosto três vezes a palavra cínica! Mentiu que a fizera seguir por um detetive particular; que todos os seus passos eram espionados religiosamente. Até então não nomeara o amante, como se soubesse tudo, menos a identidade do canalha. Só no fim, apanhando o revolver, completou:
— Vou matar esse cachorro do Assunção! Acabar com a raça dele!
A mulher, até então passiva e apenas espantada, atracou-se com o marido, gritando:
— Não, ele não!
Agarrado pela mulher, quis se desprender, num repelão selvagem. Mas ela o imobilizou, com o grito:
— Ele não foi o único! Há outros!
A DAMA DO LOTAÇÃO
Sem excitação, numa calma intensa, foi contando. Um mês depois do casamento, todas as tardes, saia de casa, apanhava o primeiro lotação que passasse. Sentava-se num banco, ao lado de um cavalheiro. Podia ser velho, moço, feio ou bonito; e uma vez – foi até interessante – coincidiu que seu companheiro fosse um mecânico, de macacão azul, que saltaria pouco adiante. O marido, prostrado na cadeira, a cabeça entre as mãos, fez a pergunta pânica:
— Um mecânico?
Solange, na sua maneira objetiva e casta, confirmou:
— Sim.
Mecânico e desconhecido: duas esquinas depois, já cutucara o rapaz: “Eu desço contigo”. O pobre-diabo tivera medo dessa desconhecida linda e granfa. Saltaram juntos: e esta aventura inverossímil foi a primeira, o ponto de partida para muitas outras. No fim de certo tempo, já os motoristas dos lotações a identificavam à distância; e houve um que fingiu um enguiço, para acompanhá-la. Mas esses anônimos, que passavam sem deixar vestígios, amarguravam menos o marido. Ele se enfurecia, na cadeira, com os conhecidos. Além do Assunção, quem mais?
Começou a relação de nomes: fulano, sicrano, beltrano… Carlinhos berrou: “Basta! Chega!”. Em voz alta, fez o exagero melancólico:
— A metade do Rio de Janeiro, sim senhor!
O furor extinguira-se nele. Se fosse um único, se fosse apenas o Assunção, mas eram tantos! Afinal, não poderia sair, pela cidade, caçando os amantes. Ela explicou ainda que, todos os dias, quase com hora marcada, precisava escapar de casa, embarcar no primeiro lotação. O marido a olhava, pasmo de a ver linda, intacta, imaculada. Como e possível que certos sentimentos e atos não exalem mau cheiro? Solange agarrou-se a ele, balbuciava: “Não sou culpada! Não tenho culpa!”. E, de fato, havia, no mais íntimo de sua alma, uma inocência infinita. Dir-se-ia que era outra que se entregava e não ela mesma. Súbito, o marido passa-lhe a mão pelos quadris: — “Sem calça! Deu agora para andar sem calça, sua égua!”. Empurrou-a com um palavrão; passou pela mulher a caminho do quarto; parou, na porta, para dizer:
— Morri para o mundo.
O DEFUNTO
Entrou no quarto, deitou-se na cama, vestido, de paletó, colarinho, gravata, sapatos. Uniu bem os pés; entrelaçou as mãos, na altura do peito; e assim ficou. Pouco depois, a mulher surgiu na porta. Durante alguns momentos esteve imóvel e muda, numa contemplação maravilhada. Acabou murmurando:
— O jantar está na mesa.
Ele, sem se mexer, respondeu:
— Pela ultima vez: morri. Estou morto.
A outra não insistiu. Deixou o quarto, foi dizer à empregada que tirasse a mesa e que não faziam mais as refeições em casa. Em seguida, voltou para o quarto e lá ficou. Apanhou um rosário, sentou-se perto da cama: aceitava a morte do marido como tal; e foi como viúva que rezou. Depois do que ela própria fazia nos lotações, nada mais a espantava. Passou a noite fazendo quarto. No dia seguinte, a mesma cena. E só saiu, à tarde, para sua escapada delirante, de lotação. Regressou horas depois. Retomou o rosário, sentou-se e continuou o velório do marido vivo.

Nelson Rodrigues

sábado, 16 de maio de 2015

25 SINTOMAS DE POBREZA


(IMPOSSÍVEL NÃO SE IDENTIFICAR COM PELO MENOS UM DELES)

01  DEGUSTAÇÃO EM SUPERMERCADO – Sabe aqueles balcõezinhos que de vez em quando aparecem no supermercado sempre com uma mocinha simpática e sorridente oferecendo alguma tranqueira pra você experimentar? Pois é, pobre adora isso. Quem é pobre adora comer qualquer coisa de graça. Experimenta até biscoito pra cachorro. Uma tristeza...

 02  COMPRAR IPHONE NO MERCADOLIVRE – Fala sério... Isso é caso pra internar. Você acha que um iPhone de verdade custa 299 reais? Em qual planeta você vive? Além de pobre, é retardado.

 03  TELHA E TIJOLO – A combinação é perfeita. Pobre atrai telha e tijolo feito ímã.Todo pobre que se preza tem que ter uma pilha de tijolos e telhas no quintal.

04  GRUDAR O SABONETE VELHO QUE ESTÁ ACABANDO NO NOVO QUE ACABOU DE ABRIR – Nessa operação, os cabelos da sua sogra também participam!

05  SANDÁLIA HAVAIANA – Meu amigo, presta atenção... Só pode passear no shopping de sandália havaiana quem é rico. É fashion! Já o pobre passeando de havaiana é mulambento, porque na verdade ele usa a sandália "A Baiana", ou seja, a genérica.

06  USAR TERNO NO FIM DE SEMANA – Ou é pobre ou é crente. Cruz credo! Rico só usa terno no escritório ou em casamento.

07  TAPETE NA PAREDE – Compra na 25 de março um legítimo tapete persa “Made in Paraguay” e põe na parede, para ninguém pisar.

08  FESTA NO McDONALD´S OU HABIB´S – Só pobre acha que festa naquela porcaria de lanchonete é chique. O cara comemora o aniversário dos filhos no McDonald´s, fica controlando o que a pirralhada come e depois soma os presentes recebidos para ver se a festa não deu prejuízo.

09  LAVAR CARRO NO FIM DE SEMANA – Santa pobreza! Você já viu alguém da Barra da Tijuca ou do Leblon lavando o carro? Em qualquer dia da semana que seja? Quem tem grana, manda lavar. A galera do salário mínimo acha que é programa de fim de semana lavar o chevetão 75 na calçada, com o som ligado no último volume, tocando funk pra todo mundo ouvir. São criaturas dignas de pena!

10  CAPINHA DE CELULAR – Além de ser coisa de pobre é muito boiola. Só viadinho pobre não gosta do celular riscado. Quem tem grana compra outro quando o celular fica riscado.

 11  TÁ ZERINHO, ZERINHO – A criatura desorientada mantém por 15 anos colado no pára-brisa do automóvel, aqueles selos de controle de qualidade, para fingir que comprou o carro "zero quilômetro".

12  VIAJANDO DE AVIÃO – Quando viaja de avião, pela Gol, com passagem financiada em 15 vezes sem juros, põe no bolso aquelas pavorosas barrinhas de cereais pra dar pros filhos bixiguentos.

13  STROGONOFF – Se você perguntar a alguém qual é o prato favorito e a criatura responder “istrogonofi” pode ter certeza é pobre! E o pior é que a criatura não tem a mínima idéia de como se faz tal iguaria, pois pobre faz um picadinho (geralmente com acém), coloca creme de leite e está pronto!

14  VIAJAR PARA CABO FRIO / GUARAPARI – Quem tem grana vai para Nova York, Paris, Búzios, Fernando de Noronha. Rico no máximo passa por essa miséria, por cima... de avião!

15  COMPRAR CHINELÃO RIDER E ROUPA À CREDIÁRIO NA C&A – Fala sério! Só por que a Gisele Bünchen e a Dalinela Sarahyba apareceram na TV, você acha que tá comprando artigo de rico? É artigo de pobre! Quase o fundo do poço, pois o fundo fica na Sulanca, lá em Pernambuco.

16  BAIXAR FILME NA INTERNET – A porra do computador fica noites e noites inteiras ligado, baixando filmes... Além de pobre é burro. Você acha que a energia elétrica é de graça? Aluga a merda do filme no Blockbuster que fica mais barato, otário!

17  USAR CAMISA DE TIME NA SEGUNDA FEIRA – Putz, que nojeira! Usar a camisa do Corinthians, São Paulo ou Flamengo, na segunda feira só pra zoar a galera do trabalho é típico de quem mora no subúrbio!

18  CAMA BELICHE – Móvel típico dos pobres, que se reproduzem feito ratos e tem que dormir em algum lugar, uns em cima dos outros. Rico tem no máximo dois filhos. E cada um tem seu quarto.

19  VOU DE MERCEDES PARA O TRABALHO – Com certeza, o pobre que solta essa pérola está se referindo ao ônibus... Quem tem Mercedes, não fala que tem (280, 500, CLK...). Quem tem, tem até medo de falar...

20  LAJE – Tem palavra que mais denota a pobreza do que essa? Por favor, se sua casa ainda não está pronta, seja mais refinado e diga: “Meu imóvel está na estrutura básica” ou simplesmente “Ainda não está pronta”. Jamais diga: “Está na laje!”. Além do quê, laje (argh!) lembra palavras como garage(!), mirage(!) ou viaje(!), que, quando ditas desta forma, meu amigo, é porque a coisa está muito feia para o seu lado.

21  SAMANTHA, MELLANIE, MERY, STEPHANIE, JENNIFFER, CAMILLE, GRACE KELLI, SUELLEN, YASMINE – Sacanagem com a criança! Botar esses nomes é muito pobre e brega! Coloca um nome simples de todo mundo falar! O que há de errado com os nomes mais simples como: Maria, Ana, Gabriela, etc? Se você está pensado em colocar um desses nomes na bixiguenta que ainda está na sua barriga, pelo menos não será preciso trocar de nome se ela virar prostituta.



22  POBREMA, PLOBLEMA, IORGUTE, TÁUBA, RESISTRO, IMPIM, MORTANDELA, MINDINGO, TÓCHICO, CHALCHICHA, BERRUGA, IMBIGO, FRAMENGO, CURÍNTCHA, DI FAVOR, MENAS (essa é de matar), LARGATIXA, DAR UMA TELEFONEMA... – Palavras mais utilizadas e daí vemos... é pobre! Se não é pobre, é ignorante, porque todo mundo pode aprender que não é “menos”, é “menos”; que não é “resistro”, é “registro”; que não é “impim”, é “aipim”; que você vai saltar no próximo ponto, não “soltar”! Pedir para essas pessoas falarem palavras simples como “sobrancelha”, “cabeleireiro”, “paralelepípedo”, ou “helicóptero”, é uma afronta. Até porque não repetem a última sílaba mesmo. Fica qualquer coisa como “helicópi”, “paralelepípo”, etc... Sem contar que nomes como “Wellington”, “Washington”, “Wilson” e “Milton” se transformam em “Uélitu”, “Uóchintu”, “Uílso” e “Miltu”... Camões se revira no túmulo a cada vez que ouve.

23  SHORTINHO COM TOP – Esse é praticamente o uniforme de pobre. Se tiver calor use uma toalhinha para enxugar o suor, de preferência combinando com a cor do top. Mas se tiver frio, é só colocar uma jaquetinha por cima e pronto, você vai arrasar em qualquer evento de pobre!

24  CHAMAR O AMASIADO DE “MÔ”, “MÔÔÔ...” – Fala sério! Fica parecendo vaca mugindo. E o coitado ainda tem que fazer cara de que gosta senão a mulher cai na porrada com o sujeito. Coisa de mulherzinha... pobre, é claro!

25  NO FIM DO ANO, COM O 13º SALÁRIO – Essa é clássica... no restaurante, a família toda, um dos mais salientes entra correndo e vai logo escolhendo a mesa  e grita para toda a prole que está acabando de entrar: “Vamo imendá as mesa!!!”

sexta-feira, 15 de maio de 2015

50 dicas para escrever mais e melhor.

Dica 1: Crie o hábito de organizar ideias em narrativas.

Dica 2: Decida os gêneros que você quer escrever.

Dica 3: Estude os textos dos seus escritores favoritos.

Dica 4: Inspire-se antes de começar a escrever.

Dica 5: Elimine a autocrítica no início do seu processo de criação.

Dica 6: Evite que perfeccionismo afete sua produtividade.

Dica 7: Monitore sua produtividade e motivação para escrever.

Dica 8: Aprenda a provocar emoções com palavras.

Dica 9: Teste suas ideias de história.

Dica 10: Entenda o papel de cada peça que compõe uma história.

Dica 11: Decida se você quer escrever livros ou ser um escritor.

Dica 12: Evite comparar suas histórias as dos seus ídolos.

Dica 13: Tente responder perguntas que intrigam você.

Dica 14: Aceite o convite das histórias que se oferecerem a você.

Dica 15: Não tente agradar a todos com suas histórias.

Dica 16: Diagrame suas histórias de forma profissional.

Dica 17: Confie na sua intuição ao escrever histórias.

Dica 18: Divulgue e distribua suas histórias.

Dica 19: Empreste sua mente para todos os seus personagens.

Dica 20: Revise suas histórias com os ouvidos.

Dica 21: Escreva várias histórias simultaneamente.

Dica 22: Respeite suas habilidades e suas histórias.

Dica 23: Evite a síndrome do escritor incompreendido.

Dica 24: Escreva com liberdade e edite com disciplina.

Dica 25: Seja específico em suas descrições.

Dica 26: Acredite no que você escreve.

Dica 27: Não se preocupe com a extensão da sua história.

Dica 28: Recompense o tempo do leitor.

Dica 29: Tempere suas histórias com drama e comédia.

Dica 30: Respeite as regras que você criar para sua história.

Dica 31: Domine a estrutura narrativa clássica.

Dica 32: Valorize disciplina mais do que talento.

Dica 33: Aprenda a observar pessoas como um escritor.

Dica 34: Decida quando usar narração ou diálogo.

Dica 35: Desconfie dos seus momentos de inspiração.

Dica 36: Permita que os leitores tirem suas próprias conclusões.

Dica 37: Encontre um equilíbrio entre razão e emoção.

Dica 38: Não reproduza a realidade nas suas histórias.

Dica 39: Entenda o que o leitor quer sentir ao ler suas histórias.

Dica 40: Escreva independentemente do seu humor.

Dica 41: Teste diferentes pontos de vista para sua história.

Dica 42: Use lápis e papel para desenvolver suas ideias.

Dica 43: Faça parte de uma comunidade de escritores.

Dica 44: Participe de concursos literários.

Dica 45: Faça um curso de criação de histórias.

Dica 46: Pare de tentar escrever melhor.

Dica 47: Use adjetivos com moderação.

Dica 48: Estimule sua criatividade com exercícios físicos.

Dica 49: Manipule as expectativas da sua audiência.

Dica 50: Questione todas as dicas anteriores.

 Fonte:http://ficcao.emtopicos.com/escrever/dicas-escrever-melhor-historias/

sexta-feira, 8 de maio de 2015

10 dicas para falar melhor

1) Seja você mesmo. Nenhuma técnica é mais importante que a sua naturalidade.
2) Pronuncie bem as palavras - sem exagero.
3) Fale com boa intensidade - nem alto nem baixo demais - sempre de acordo com o ambiente.
4) Fale com boa velocidade - nem rápido nem lento demais.
5) Fale com bom ritmo, alternando a altura e a velocidade da fala para manter aceso o interesse dos ouvintes.
6) Tenha um vocabulário adequado ao público.
7) Cuide da gramática, pois um erro nessa área poderá comprometer a apresentação.
8) Tenha postura física correta.
9) Dê à sua fala início, meio e fim.
10) Fale com emoção - demonstre interesse e envolvimento pelo assunto.

Fonte:http://www.polito.com.br/portugues/dicas.php?id_nivel=15&id_nivel2=134