segunda-feira, 29 de setembro de 2014

10 coisas que café faz com o seu corpo

Para quem gosta, toda hora é uma boa hora para um café, não é?
O que os amantes do café talvez não saibam, no entanto, é que a cafeína é a droga de mudança de humor mais usada no mundo, e o café é um dos jeitos mais populares de ingeri-la.
Os cientistas estão constantemente tentando descobrir mais sobre os vários efeitos que esta misteriosa bebida tem em nossos corpos. Olha só o que eles descobriram até agora:

10. Café + medicação para dor = alívio extra

Cortar sua ingestão de café pode levar a dores de cabeça e outros sintomas de abstinência. Mas mesmo se você não for um bebedor de café regular, daqueles dos mais viciados, a cafeína pode realmente ajudar a aliviar a dor mais rápido. A cafeína pode fazer com que analgésicos sejam 40% mais eficazes no tratamento de dores de cabeça. Além disso, ela também acelera a reação do organismo a outros medicamentos. É por isso que muitos remédios daqueles de balcão de farmácia para dor de cabeça também contêm cafeína.

9. O café ajuda a combater a sua dor de cabeça, ou alguma coisa do tipo

Como se vê, as pesquisas sobre a relação entre o consumo de café e alívio da dor estão cheias de resultados aparentemente contraditórios. Como, por exemplo, este estudo publicado em 2009 no Journal of Headache and Pain. Os autores encontraram uma relação entre o consumo elevado de cafeína (aproximadamente 500 mg/dia) e a prevalência de cefaléia, mas também mostraram que os sintomas de dor de cabeça crônica (mais de 14 dias por mês) eram mais comuns em pessoas com um consumo de cafeína considerado de baixo a moderado (aproximadamente 125 mg de cafeína/dia). Os autores escrevem que “os resultados podem indicar que um alto consumo de cafeína transformam dor de cabeça crônica em uma dor de cabeça menos frequente”.

8. Café pode provocar um aumento no seu colesterol

Um estudo realizado em 2007 na Universidade Baylor de Medicina determinou que a ingestão de cafestol e kahweol, moléculas estruturalmente semelhantes e encontradas exclusivamente em grãos de café, pode levar a aumentos significativos nos níveis de colesterol LDL em humanos.
Aqui está a boa notícia, no entanto: filtros de café de papel podem realmente se ligar às moléculas enquanto o café está sendo passado, de modo que elas nunca chegam ao seu copo em quantidades significativas.

7. Café pode ajudar a prevenir câncer

Eu quase escrevi que o câncer odeia café, mas a palavra “ódio” é provavelmente um pouco forte demais. Claro, muitos estudos têm demonstrado correlações entre o consumo de café e o risco reduzido de câncer. Contudo, nenhum desses estudos consegue formar correlações particularmente fortes e realmente significativas.

6. Café causa úlceras

Se você já teve a infelicidade de ter uma úlcera, sabe como se trata de algo extremamente doloroso. O café, por mais incrível que seja para alegrar nossas manhãs e voltas de almoço, pode causar estragos no forro do seu trato gastrointestinal, dando origem a úlceras e outras formas de irritação gástrica e danos. Adicione a isso o fato de que o consumo de café muitas vezes pode levar à ansiedade e irritabilidade, e você tem uma receita completa para dores de estômago devastadoras.

5. Café não faz bem para bebês

Numerosos estudos têm apontado para uma correlação entre o consumo de café em mulheres grávidas e uma maior probabilidade de aborto espontâneo. Uma das pesquisas mais recentes e sem dúvida a mais completa até o momento, publicada em 2008, revelou que o risco de aborto é mais do que o dobro em mulheres que consomem 200 mg ou mais de cafeína por dia.

4. Café provavelmente tem um efeito preventivo contra o diabetes tipo 2

Enquanto os estudos sobre a correlação entre o consumo de café e o câncer não são os mais atraentes e conclusivos, Frank Hu, epidemiologista da Universidade de Harvard, caracteriza os dados sobre café e diabetes tipo 2 como “bastante sólidos”. E essa afirmação ele faz com base em mais de 15 estudos publicados recentemente, sendo que a grande maioria tem demonstrado que o café ajuda na prevenção do diabetes tipo 2. Agora, há também evidências científicas de que o café descafeinado pode ter o mesmo benefício que o café regular.
De acordo com Hu, os benefícios da bebida provavelmente se resumem ao seu conteúdo antioxidante e mineral. Substâncias como magnésio e cromo, em particular, ajudam o corpo a fazer uso do hormônio insulina, que por sua vez auxilia o organismo a regular o açúcar no sangue.

3. Café ajuda a controlar distúrbios cognitivos

O consumo de café também tem sido associado com diminuição do risco de problemas cognitivos como demência, principalmente a doença de Alzheimer. Um estudo realizado em 2009 sugere que as pessoas que bebem café regularmente por 20 anos, algo em torno de 3 a 4 xícaras por dia, tem 65% menos probabilidade de desenvolver demência e doença de Alzheimer do que aqueles que bebem 2 xícaras ou menos.

2. Café faz seu intestino funcionar

O café é um estimulante. Isso é fato. Mas quando ouvimos isso, geralmente pensamos que esse estímulo fica restrito a atividade cerebral ou ao sistema nervoso. No entanto, uma das coisas que o café estimula é o peristaltismo, as contrações musculares que acontecem em suaves ondas no seu trato gastrointestinal. O que é interessante, porém, é que muitas pessoas experimentam a necessidade de fazer o número dois só com café (mas não com, digamos, bebidas energéticas). Outras pessoas chegam a experimentar esse efeito depois de beber cervejas descafeinadas, também. Além do mais, o desejo de ir ao banheiro provavelmente vem rápido demais para ser causado diretamente pela cafeína sozinha. De acordo com um estudo, a velocidade com que a resposta ocorre (aproximadamente dentro de quatro minutos depois de beber o café) sugere uma ação indireta sobre o cólon. Os pesquisadores suspeitam que o café pode induzir a uma “resposta gastrocolonical” agindo sobre os receptores epiteliais do estômago ou do intestino delgado. Esse mecanismo pode ser mediado por mecanismos neurais ou por hormônios gastrointestinais.
O café tem sido apontado como o responsável pela liberação de gastrina, que pode aumentar a atividade motora do cólon. Ou seja: o seu cafezinho de todos os dias pode ser um bom laxante.

1. Café causa alucinações

Sério. Um estudo realizado na Universidade de Durham (Reino Unido) em 2009 descobriu que as pessoas que consumiam pelo menos 315 mg de cafeína (cerca de três xícaras de café) por dia eram três vezes mais propensas a ter alucinações que as pessoas que consumiam doses menores de café. Ver coisas, ouvir vozes e sentir a presença de fantasmas estavam entre as experiências relatadas pelos participantes do teste. Essas experiências foram computadas como “alucinações” pelos pesquisadores.
De acordo com eles, a questão fundamental é: são as alucinações resultado do hábito de beber café, ou o café é algo que os alucinados usam como desculpa para lidar com suas experiências?
Pelo menos um estudo, conduzido pelo pesquisador Harold Koenigsberg em 1993, descobriu que a cafeína, quando injetada por via intravenosa para testar os participantes durante o sono, tinha o curioso efeito de induzir alucinações olfativas. Quando os participantes do teste acordaram, eles relataram ter experimentado uma variedade de cheiros estranhos. Um dos participantes, inclusive, disse ter sentido o cheiro de “plástico ou café queimado”.[alternet]

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

10 fatos que você provavelmente não sabia sobre música

Lado a lado com chocolate e batata frita, música é uma daquelas coisas que são praticamente unânimes entre os nossos companheiros de espécie.
Não importa qual gênero, é bem difícil encontrar alguém que não goste de ouvir alguma coisa, ao menos no carro ou naquela corrida matinal. Por isso, não custa saber algumas curiosidades sobre este maravilhoso mundo sonoro, tão cheio de amor e possibilidades.
  1. Você é do tipo que trabalha com fones de ouvido o dia todo e força seus colegas a fazerem mímicas ridículas para chamar sua atenção? você pode apenas ser ligeiramente inconveniente, já que a música de fundo não melhora sua capacidade de concentração. Pelo contrário, pode afetar a forma como você trabalha. Porém, não se desespere: ela pode te ajudar na academia.
  2. A sua música favorita provavelmente ganhou seus ouvidos e seu coração porque você a associa a um evento emocional de sua vida. As influências sociais e a qualidade afetam as músicas que você gosta. Você não gosta da versão original de uma música porque ela é melhor, mas sim porque foi aquela que você ouviu pela primeira vez. Além disso, se um músico faz contato visual durante um show e o que ele está vestindo também afeta como você se sente a respeito da música dele.
  3. Uma olhada nos rankings de canções mais ouvidas pode nos dizer muita coisa, ao longo dos anos. Quando os tempos estão difíceis, as pessoas preferem músicas mais significativas. A música também pode prever o mercado de ações, já que quando as pessoas estão lidando com um futuro comportamento econômico complexo, tendem a preferir batidas mais simples. Além disso, a música popular tem ficado cada vez mais narcisista e mais e mais canções preferidas nos Top 10 são sobre sexo.
  4. Você sente que esta lista está aumentando a sua inteligência? Bem, há muitas evidências de que tocar música pode torná-lo mais inteligente. Ouvir música clássica também pode aumentar o seu QI – e as pessoas mais inteligentes gostam deste gênero musical. A música ainda pode literalmente afetar a maneira como vemos mundo e as letras podem influenciar o nosso comportamento.
  5. Agora vamos falar de dinheiro: proprietários de bares o fazem beber mais ao aumentarem o volume da música que está tocando. Canções de amor e músicas românticas fazem você gastar mais em lojas de flores. Por sua vez, jazz, música popular e clássica fazem você gastar mais em restaurantes.
  6. Rockstars realmente vivem rápido e morrem jovens, já que são, em média, 1,7 vezes mais propensos a morrer do que um norte-americano comum. Pode custar mais de um milhão de dólares para fazer uma música de sucesso e a pirataria ajuda grandes bandas e prejudica as pequenas.
  7. A música que você gosta diz muito sobre a sua personalidade, porque diferentes tipos de personalidade são atraídos por músicas diferentes. A sua personalidade também afeta como você usa a música e nós também herdamos um pouco do gosto musical de nossos pais. Quando envelhecemos, normalmente gostamos das músicas que ouvíamos quando tínhamos de 16 a 21 anos. Além disso, seria possível determinar o quão consciente e agradável um homem é ao observá-lo dançando – e dançar o deixa mais criativo.
  8. A música ainda mexe com as suas atitudes. O country pode fazer você querer se matar, mas o rock não. A clássica é a mais relaxante. Os músicos de jazz “desligam” parte de seu cérebro para serem mais criativos. A música romântica realmente ajuda os homens na hora de conquistar mulheres.
  9. Canções podem te persuadir a fazer coisas antiéticas, aumentar a tolerância à dor e reduzir a ansiedade. Além disso, talvez surpreendentemente, as melodias são mais responsáveis ​​pela forma como a música nos faz sentir do que as letras.
  10. Viciados em música também têm algumas características bem específicas, como serem mais propensos a ficar com hits presos em sua cabeça – conhecidas como “vermes de ouvido”. A melhor maneira de se livrar destas canções chiclete é aceitá-las. Pessoas que são mais abertas a novas experiências são mais propensas a sentir arrepios ao ouvir uma boa música. E, por fim, sim, você pode ser viciado em música. [Time, Barking Up The Wrong Tree]
Fonte:hypescience.com/10-fatos-que-voce-provavelmente-nao-sabia-sobre-musica/

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

10 Dicas para Sobreviver no Mundo Corporativo

1. Faça uma avaliação em relação ao seu desempenho. Tente fazer uma avaliação mais honesta que puder sobre o motivo pelo qual não é suficientemente habilidoso ao realizar o trabalho de maneira suave e eficaz na organização. Peça feedback para pelo menos uma pessoa de cada grupo com o qual trabalha.
2. Dê uma sacudida nas velhas abordagens. O que está fazendo que aparentemente não está funcionando? Mude alguma coisa. Experimente fazer o que geralmente não faz. Observe o que os demais fazem que é bem mais eficiente comparativamente ao que faz. Monitore o que funcionou e o que não funcionou.
3. Passe uma impressão positiva. O seu estilo pessoal pode estar atrapalhando. As pessoas deixam impressões diferentes. Quem passa uma impressão positiva consegue fazer mais coisas na empresa que aqueles que deixam má impressão. De que lado você está? Não se esqueça de que impressões positivas incluem a habilidade de ouvir.
4. Seja imparcial. As relações que funcionam estão baseadas na imparcialidade e na consideração do impacto sobre os demais. Não se limite a fazer solicitações e perguntas, chegue também a um consenso sobre como pode ajudar, em vez de apenas pedir apoio. Você sabe o que a área com a qual você entrou em contato precisa para solucionar um problema ou obter uma informação? Como eles veem essa questão? É importante para eles? Como serão afetados pelo que você está fazendo? Se isso os impacta negativamente, você pode oferecer algo em troca?
5. Mapeie outras fontes de suporte. Às vezes, o problema está na avaliação das pessoas. Quem quer mesmo ajudar? Quem vai acabar atrapalhando? No fundo, o que eles querem? O que eles vão pedir em troca do apoio?
6. Considere a natureza da organização (e não se frustre). O problema pode estar em subestimar a complexidade das organizações. Algumas pessoas sempre gostam de pensar que as coisas são mais simples do que realmente são. Apesar de ser possível que algumas empresas sejam simples, a maioria não é. Tenha sempre isso em mente.
7. Tenha foco. Às vezes, a falta de organização é o que lhe causa problemas. Compreender como as organizações funcionam requer um pouco de disciplina. Você precisa enxergar além do que está na sua frente para realmente compreender o contexto.
8. Deixe o rio levar você. Algumas pessoas sabem quais são os passos necessários para concretizar algo, mas não têm a paciência necessária para acompanhar o processo. Transitar pelo labirinto inclui parar de vez em quando e deixar que as coisas sigam seu próprio curso. Paciência e agilidade em aprender podem fazer uma grande diferença ao mapear caminhos, esquinas, ruas sem saída e atalhos.
9. Saiba esperar o inesperado. Se você geralmente perde a cabeça ou fica frustrado, pratique as respostas antes de o fato se consumar. Qual seria o pior dos cenários? O que faria se isso acontecesse? Pode parar, contar até dez ou se perguntar por que algo não pode ser feito. Ass im, pode obter as informações necessárias e criar contrarreações. Não reaja, aprenda.
10. Identifique as principais peças e que papéis desempenham no tabuleiro corporativo. Como elas concretizam as coisas? Em quem confiam para fazer as coisas andar mais rápido pelo labirinto? Como você se compara a elas? Quais são as peças-chave que controlam o fluxo de recursos, dados e decisões? Quais são as peças-guia e orientadoras? Conheça cada uma delas mais a fundo. Quais são as principais antagonistas e quais são as peças-obstáculo? Tente evitá-las ou contorná-las. Afinal, nunca é tarde para se aprimorar no xadrez corporativo.

Fonte: http://www.caminhandojunto.com.br/2012/06/10-dicas-para-sobreviver-no-mundo.html

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Como identificar um sorriso FALSO

Um sorriso vale mais que mil palavras. Mas quais palavras, exatamente? Palavras sinceras, palavras falsas? Um sorriso pode significar apenas um “sim”, ou pode parecer um “sim” e significar um nervoso “apenas pare de falar”.
Usamos um sorriso para esconder o nosso desconforto, para reagir à dor, à tristeza ou ao desgosto, ou às vezes para mostrar que estamos tristes ou decepcionados. Contudo, há apenas um tipo de sorriso que é usado para transmitir felicidade genuína. É o que os cientistas chamam “O sorriso de Duchenne”, nomeado assim em homenagem ao cientista francês Guillaume Duchenne, que fez a primeira pesquisa (embora bastante questionável) sobre o ato de sorrir.

Sorriso verdadeiro X sorriso falso

Não preciso contar para ninguém aqui que algumas pessoas são melhores do que outras na arte de forçar sorrisos. Porém, de acordo com uma pesquisa científica, ainda há uma clara diferença entre um sorriso verdadeiro e um falso.
Tudo tem a ver com a interação dos músculos ao redor da boca e as bochechas com os músculos dos olhos, e só há uma única combinação desses movimentos musculares que resulta em um sorriso que significa felicidade ou contentamento. Todos os outros tipos de sorrisos, incluindo aquele que você dá quando ouve uma piada horrível, pode significar qualquer coisa que vai de tristeza a irritação mal disfarçada.

O experimento de Duchenne

Famoso experimento de Duchenne, o primeiro a respeito desse assunto, envolveu a aplicação de uma corrente elétrica em diferentes áreas do rosto, estimulando os músculos para observar a origem das expressões faciais. Em última análise, ele descobriu que o sorriso que usamos para transmitir felicidade é expressado por meio dos principais músculos zigomáticos nas bochechas, e o músculo orbicular dos olhos e ao redor dos olhos. E é apenas essa combinação de movimentos que fazem a boca e os olhos trabalharem juntos para formar o sorriso mais reconhecível do que conhecemos como felicidade.
Duchenne fez o seu trabalho em 1862. No entanto, todo ele foi desmentido em 1924, com o ainda mais discutível experimento de Carney Landis. O cientista pediu aos voluntários de seu estudo que assistissem a todo tipo de coisa: de pornografia a decapitação de ratos. Enquanto eles assistiam, fotografou suas expressões e, em seguida, partiu para uma análise detalhada de cada uma delas. Assim, ele determinou que havia apenas um tipo de sorriso, e esse seria o sorriso que todos nós usamos, independentemente do que estamos sentindo. Não faz muito sentido, não é?
Mesmo assim, foi somente na década de 1970 que sua teoria foi desmascarada, e pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Francisco (Estados Unidos) provaram que Duchenne estava certo desde sempre. Eles mapearam os músculos exatos que foram envolvidos em milhares de expressões diferentes, e descobriram que diferentes músculos formam diferentes tipos de sorrisos. De acordo com esses pesquisadores, existem 17 tipos de sorrisos diferentes, alguns dos quais podem ser identificados por uma inclinação da cabeça ou um olhar para baixo, além de movimentos da boca.

Como identificar um sorriso falso

Algumas das pesquisas mais recentes descobriram que os sorrisos de felicidade genuína e outros tipos de sorrisos começam em diferentes áreas do cérebro. Essa descoberta foi feita ao se estudar os sorrisos de pessoas que tiveram danos no lado esquerdo do seus cérebros. Os resultados indicam que os verdadeiros sorrisos felizes são controlados pela parte do cérebro que regula a emoção, enquanto sorrisos falsos e forçados vêm da mesma parte do cérebro que é responsável por movimentos planejados e que não têm relação com respostas emocionais.
Então, o que tudo isso significa para dizer a diferença entre um sorriso de felicidade e aquele que não é tão verdadeiro assim?
Um sorriso genuinamente feliz é normalmente aquele que envolve não apenas os olhos, mas a pele ao redor dos olhos – aquela pele que a gente costuma chamar de “pés de galinha”. Quando alguém está lhe dando um sorriso falso, muitas vezes a pessoa se concentra mais do que deveria no que a boca está fazendo e, sendo assim, você consegue ver mais dentes que veria caso estivesse recebendo um sorriso real.
Enquanto não há, obviamente, uma razão prática para ser capaz de dizer se uma pessoa está ou não oferecendo um sorriso verdadeiro a você, há também uma correlação entre a felicidade futura, saúde e longevidade. Os mesmos pesquisadores da Universidade da Califórnia coletaram algumas fotos antigas de anuários, de mais de 30 anos atrás, e identificaram sorrisos reais e sorrisos falsos.
Estatisticamente falando, segundo eles, os sorrisos reais se tornaram pessoas mais propensas a serem felizes em seus casamentos e na vida em geral. Essas pessoas também se mostraram mais propensas a serem mais saudáveis ​​e menos propensas a morrer.
Viu só? Um sorriso vale mesmo mais que mil palavras. :)

Fonte: http://hypescience.com/sorriso-falso/

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Redes sociais: veja os erros que fazem você perder oportunidades de emprego

Não é novidade para ninguém que as empresas dão uma bela de uma fuçada nos perfis sociais das pessoas antes sequer de chamá-las para a fase de entrevistas. Inclusive, esse é um filtro que acaba tirando muita gente do páreo. O único detalhe é que nem sempre temos a certeza do que essas empresas estão procurando e o que elas consideram certo e errado.
Para tirar suas dúvidas, o site CareerBuilder entrevistou algumas empresas e descobriu algumas razões surpreendentes que são usadas como critério para rejeitar candidatos.

A forma como você se comporta nas redes sociais diz muito a seu respeito

E as empresas sabem disso. Os setores de RH estão de olho e sabem ler até os mínimos detalhes da sua personalidade em cada frase de lugar comum que você compartilha.
Vamos aos percentuais, começando com a razão mais óbvia: 46% dos empregadores rejeitam de cara os candidatos que publicam “fotos ou informações provocativas ou inapropriadas”.
Algumas das outras principais razões não são tão óbvias assim:
  • 36% dos candidatos são eliminados por falarem mal das empresas que trabalham (ou trabalharam) e de colegas de emprego (ou de pessoas com as quais já trabalharam);
  • 32% dos candidatos são eliminados por demonstrarem baixa capacidade de comunicação;
  • 28% dos candidatos são desconsiderados por fazerem comentários discriminatórios relativos à raça, sexo, religião etc;
  • 25% são eliminados por mentirem sobre suas qualificações. Parece um absurdo, não é? Mas eu conheço um caso em que a pessoa mentiu na entrevista e no primeiro dia de trabalho disse que “precisava de ajuda para aprender a fazer aquilo”;
  • E, finalmente, 24% dos candidatos costumam ser eliminados por compartilharem informações confidenciais de empregadores anteriores – o que, de fato, é muito feio.
Na dúvida, pense uma coisa: o que vale nesse caso, mais do que em qualquer outro, é a boa e velha regra do bom senso.[Lifehacker]

fonte:http://hypescience.com/redes-sociais-veja-os-erros-que-fazem-voce-perder-oportunidades-de-emprego/