quarta-feira, 30 de julho de 2014

Como a obesidade afeta a vida sexual e amorosa da população

Mais da metade da população adulta brasileira está acima do peso: 58% das mulheres e 52% dos homens, em comparação com a média mundial de 38% das mulheres e 37% dos homens, de acordo com um estudo do Instituto de Métricas e Avaliações de Saúde em Washington (EUA), executado por pesquisadores de todo o mundo e publicado este ano.
Os números do Brasil são bem parecidos com a média da América do Sul, e ficam abaixo dos números nos Estados Unidos, onde quase 70% da população adulta está com sobrepeso ou é obesa.
No geral, no mundo todo, 2,1 bilhões de pessoas estão acima do peso, estatística que só deve aumentar no futuro.
Claro que isso não é bom, principalmente por motivos de saúde. Todos nós sabemos ou pelo menos já ouvimos falar das terríveis consequências – como diabetes, pressão alta, doenças cardíacas etc – associadas com o sobrepeso.
Mas será que só a saúde física dessas bilhões de pessoas é afetada? Certamente não. O buraco é muito mais embaixo, e a vida delas é influenciada por essa única característica de diferentes maneiras.

Vida amorosa e sexual

Sarah Varney deve lançar seu novo livro “XL Love: How the Obesity Crisis Is Complicating America’s Love Life” (em tradução livre “Amor XG: Como a crise da obesidade está complicando a vida amorosa na América”), em agosto.
Nele, ela analisa a forma como a gordura das pessoas pesa para além das estatísticas, particularmente na maneira como elas se relacionam física e intimamente.
O livro mostra que a obesidade altera o desenvolvimento sexual, o namoro, o casamento e a função sexual dos afetados, explica como a perda de peso pode melhorar ou piorar um relacionamento e até mesmo explora a atração da “pornografia peso pesado”.
“Eu certamente não vejo a epidemia de obesidade se revertendo em breve”, diz Varney. “Estamos apenas começando a entender como as relações humanas estão sendo afetadas por ela”.
Durante seus dois anos e meio de pesquisa, Varney descobriu que a obesidade pode ter um efeito negativo sobre as relações sexuais, de barreiras físicas para a intimidade a mudanças de atitude com ganho ou perda de peso.

Histórias reveladoras

Varney diz que teve muito trabalho para ganhar a confiança dos personagens que a ajudaram a ilustrar o drama de milhares de pessoas do mundo todo.
Muitos desses personagens ela conheceu através de grupos para perda de peso. Eles compartilharam detalhes altamente pessoais e muitas vezes difíceis de dividir sobre sua vida amorosa, como, por exemplo, fez Dana Englehardt, da região de San Francisco, nos EUA.
Varney conheceu Englehardt quando ela tinha 120 quilos e apneia do sono e era completamente indiferente ao seu marido, Larry. “Eu me sentia tão mal comigo mesma. Mesmo que meu marido dissesse: ‘Eu te amo do jeito que você é’, eu não podia sequer começar a imaginar que isso poderia ser verdade”, contou Englehardt à autora.
Englehardt aparece mais tarde no livro depois de ter se submetido a uma cirurgia bariátrica para perda de peso. O que é mais interessante é que emagrecer não resolveu seus bloqueios sexuais. O que realmente fez diferença foi uma terapia que abordou seus problemas com a imagem do seu corpo como um todo, bem com aconselhamento matrimonial.
“Eu pensei que perder peso iria resolver tudo. [Mas] Enquanto os quilos caíam e as roupas ficavam menores, eu não me sentia uma pessoa menor”, explica Englehardt.

Além do peso

“Eu acho que existe este estereótipo de que [os obesos] se fecham, essa ideia de que ficam dormentes e em guerra com eles mesmos”, disse Varney. Só que as coisas são mais complicadas que isso. Quando você questiona as pessoas sobre seus medos, “o que você ouve são coisas como ‘Eu sou extremamente triste com isso. Eu quero desesperadamente estar em um relacionamento com meu marido ou minha esposa. Eu quero me sentir bem quando ele/ela me toca’”.
No meio do livro, Varney move seu discurso do cérebro para o corpo, explorando a “mecânica” ruim entre os parceiros, bem como a forma como a gordura da barriga pode diminuir a produção de testosterona nos homens, potencialmente levando a problemas sexuais.
Apesar de terem sido abordados no contexto da obesidade, de acordo com especialistas, você não precisa estar acima do peso para experimentar sexo ruim ou falta de libido.
“O problema com a suposição de que há um ‘desafio’ nas relações com pessoas obesas é que se baseia em uma suposição equivocada de que exatamente os mesmos tipos de problemas de imagem corporal não afetam qualquer um que não esteja acima do peso”, afirma a ativista de imagem corporal Hanne Blank.
De fato, muitos de nós, acima do peso ou não, sofrem por não se considerarem dentro de um padrão de beleza irreal fomentado pela mídia atualmente. Isso gera muitos problemas de autoestima que podem se refletir no bem-estar físico e mental de maneiras diferentes. [CNN, BBC]

Fonte: http://hypescience.com/obesidade-vida-sexual/

quarta-feira, 23 de julho de 2014

TRANSAS DAS SEXTAS-FEIRAS



O moço bom saiu do trampo na sexta-feira, às seis da tarde. Como fazia toda sexta-feira, fez uma horinha num boteco do centro, contou cascata e escutou cascata dos seus cupinchas, tomou uns uísques, pegou embalo, retirou o carango do estacionamento e se picou pra casa da noiva. Pro moço bom, a vida era bela. E, pra ele, sexta-feira era um dia santificado. O trabalho rendia às baldas. Tudo deslanchava, porque em tudo, nesse dia, o moço bom punha alegria. Desde que acordava, carregava a esperança da grande noite de sexta-feira, que não era nenhum perereco sentido, mas que pro moço bom era o pagode: beber com os chapas no boteco, noivar até meia-noite e depois farrear nas bocas mais encardidas, onde as pistoleiras se badalam até de madrugada.

E viva o loque de sexta-feira, que não tem que trabalhar no sábado! Ele é a alegria do circo.

***
Na Favela do Urubu com Fome, que fica nas imediações da Barra do Catimbó, lugarzinho maldito encravado nas quebradas do mundaréu, bem onde o vento encosta o lixo e as pragas botam os ovos, às seis horas da tarde, a negritinha Odete Fuleira acordou seu companheiro Leléu, que estava curtindo uma retumbante ressaca. Mal o Leléu abriu as botucas, a piranha deu o estrilo:

— Como é que é? Tu vai deixar a sexta-feira se esperdiçar ou vai sair pro trampo? Vê lá. A vida tá custando os olhos da cara, e não é com tu enchendo a caveira de cachaça todo dia que a gente vai adiantar o lado da gente.

Sem chiar, o Leléu escutou o quás-quás-quás. Levantou, se espreguiçou, pegou o revólver debaixo do travesseiro, meteu na cinta e se mandou pra rua. O Leléu era ponta-firme. Não dava cartaz pra mulher. Porém, quando a negritinha Odete Fuleira tinha razão de chiar, ele se fechava em copas. E nesse lance a piranha estava certa. Sexta-feira era dia de loque sair pelas ruas fazendo zoeira. Bom dia pra vagau escolado armar o pesqueiro.

E viva o loque que se embandeira na sexta-feira por não ter que trabalhar no sábado!!

***
O moço bom, por volta das oito horas da noite, piou na casa da noivinha. Estava eufórico com os uisquinhos na cuca. Não quis nem fazer sala com os futuros sogros. Mandou a noivinha se vestir com seu pano mais chique e dar dispensa pra janta. Na sexta-feira, o moço bom levava a noivinha pra uns programas diferentes. Jantavam num restaurante bacana, depois iam pro cinema. Era o máximo, esse babado, pro moço bom e pra noivinha. Ele, com esse passeinho, calava a consciência na hora em que, no fim da farra, chegava a conta machucando o bolso e dando remorso. E, nesses lances com a noiva, o moço bom não economizava. A noivinha até reclamava nessas ocasiões:

— Benzinho, desse jeito a gente não junta dinheiro pra casar.
Essa pala deixava o moço bom ouriçado:
— Mas não é legal? Então deixa andar. Temos que aproveitar um pouco. E hoje é sexta-feira. Dia de comer bem, ver um bom filme e descansar a cachola. Amanhã não trabalho.

E viva o loque, o boêmio das sextas-feiras! Ele se diverte à toa e gasta muito.

***
Mas, na Favela do Urubu com Fome, o Leléu não estava a passeio. Sexta-feira era o dia em que ele armava o pesqueiro, e ele não dava moleza. Juntou três vagaus meio pirados da cabeça, gente dura que não tem nada a perder, e deu o serviço:

— Vamos abafar uns trouxas. Afanamos um pé-de-borracha e saímos por aí fazendo desgraça. Quem vier nas minhas águas tem que vir pra não enjeitar quizila. A gronga que pintar na fita a gente topa. Se aparecer cana, é arrebite neles. É melhor ir falar com Deus do que com o delerusca.

Toda a patota concordou. Então, queimaram maconha pra ficar mais ferozes do que já eram. E nessa maldita fumaça eles se picaram de raiva contra a humanidade. As frustrações todas subiram nas idéias. Falta de comida, falta de carinho, falta de tudo deu naquele time de gente sem faróis na vida. E foi com a carga pesada do sofrimento todo, de vidas ainda curtas, mas sofridas e desprezadas, que a curriola do Leléu da negritinha Odete Fuleira começou a trilhar, naquela noite de sexta-feira, os estranhos, estreitos e escamosos caminhos do roçado do bom Deus. Iam a fim de desforrar num otário qualquer os esquinapos todos.

***
Exatamente à meia-noite, o moço bom saiu do cinema com a noivinha. Conferiram no relógio a hora e viram que estavam atrasados. O sogro do moço bom era todo cheio de moral regulada por horário. Não perderam tempo. Entraram no automóvel e se arrancaram. Iam chocados com o filme a que assistiram. Eram tantos os conflitos humanos que se escancararam que eles se entupiram. E mesmo porque tinham pressa de chegar. A noivinha, pra evitar a bronca do pai, e o moço bom, pra se mandar pra gandaia.

Porém (e sempre tem um porém), num cruzamento da Teodoro Sampaio, o farol fechou e o moço bom teve que brecar. Na sexta-feira, ele jamais cruzava um farol fechado. É noite de bêbado, ninguém deve se fiar nos outros. Por essas e outras, o moço bom brecou. Aí, o Leléu saiu das encolhas com sua curriola. Cercaram o carango e encostaram as armas na cabeça da noivinha e na do moço bom. Renderam os dois e deram as ordens:

— Abre a porta e nada de truque, senão dança.

O moço bom não era nenhum covarde, mas acreditava nas pessoas e gostava às pamparras da vida. Se iludiu, certo de que podia ganhar a parada no papo. Sabia pouco sobre os lesados da sociedade. Deixou entrar os bandidos e foi logo pedindo estia pra noivinha. Não teve colher de chá. Foi levado com noiva e tudo pros confins da Vila Sônia. Os bandidos nequimbaram toda sua grana, seu relógio, e o pior: esculacharam sua noivinha. Aí, ele quis espernear, mas era tarde. O lugar se prestava pra um salseiro, e o Leléu mandou cinco tiros no moço bom. Depois, matou a noivinha dele de quebra e se espiantou com a turma no carango.
Era mais uma presepada de sexta-feira.


Plínio Marcos

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Como parar de se importar com o que as pessoas pensam?

Já vou começar esse tema falando a verdade nua e crua: não é fácil para ninguém. Mas parar de se importar com o que as pessoas pensam é um grande atalho para a liberdade. E, com os conselhos que você vai ler aqui hoje, essa mudança de vida vai parecer até receita de bolo de caixinha, de tão fácil de seguir.
Vamos lá?
Bom, vamos começar falando porque é tão insuportavelmente chato se importar com o que as pessoas pensam sobre a gente. O motivo principal é bastante óbvio: esse negócio de ficar pensando o que as pessoas estão pensando sobre tudo o que você faz, fez ou vai fazer pode acabar tomando proporções tão absurdas a ponto de controlar sua vida e todas as suas atitudes. Aí você acorda e vai dormir todos os dias mais angustiado que vestibulando em dia de prova, se perguntando “ó céus, ó dor, ó vida, o que será que estão pensando de mim?”.

Quando você desgasta sua preciosa energia se preocupando com a opinião alheia, você passa a tomar atitudes com base no que pensa que as outras pessoas vão achar, e não no que você acredita que seja a melhor coisa a ser feita. O que é uma grande loucura.
E quem sofre as consequência desse comportamento insano? Você mesmo. A principal consequência é se tornar um tipo de pessoa que não toma posição nenhuma sobre nada nunca, e fica ali ocupando espaço em um dos lugares mais lotados do mundo: em cima do muro.
Hoje deve ser seu último dia nessa vida. E eu vou dizer o porquê.
Primeiro porque ninguém realmente se importa. Garanto. Ou você realmente acha que as pessoas têm tempo para pensar na roupa que você escolheu usar hoje? Um estudo realizado pela National Science Foundation – um órgão dos Estados Unidos destinado à promover a ciência e a engenharia através de programas de pesquisa e projetos de educação -, fez um estudo que alega que uma pessoa tem mais de 50 mil pensamentos em um dia. O que significa que, mesmo que alguém pensar em você mais de 10 vezes por dia, isso será equivalente a apenas 0,02% de todos os pensamentos que ela teve naquele dia. Acredite ou não: você não é tão especial assim.
Em segundo lugar, ninguém no mundo é capaz de agradar todo mundo. Nem o sol, nem o mar, nem o Einstein conseguiram, então não seria sábio da nossa parte tentar.
Terceiro porque você colhe o que planta. Quanto mais você pensar no que os outros estão pensando, mais todo mundo vai pensar alguma coisa de você. E mais você vai se tornar essas pessoas obcecadas por aprovação – aquelas que ninguém gosta – e, o pior, complacente com todo mundo, achando que isso vai impedir qualquer tipo de julgamento sobre você. Não vai.
E quarto porque ninguém merece viver assim. Mas chega de falar dos sintomas. Vamos à cura! Com vocês, 5 conselhos práticos de como parar de se importar com o que as outras pessoas pensam sobre você:

1. Conheça seus valores

Primeiro e mais importe é saber reconhecer o que realmente importa para você. Porque uma vez que isso esteja bem claro para você mesmo, a opinião dos outros se torna insignificante. E é nesse momento em que você para de dizer “sim” para tudo e começa a fazer suas próprias escolhas, sem se curvar a pressões externas, de quem quer que seja.

2. Mostre sua cara

Agora que você sabe quais são seus valores, é hora de colocá-los em prática. Chegou a hora de você aprender a falar o que pensa. A única regra aqui é ser honesto consigo mesmo.

3. Escolha bem suas companhias

É aquela história: me diga com quem andas e te direi quem és.
Fique perto de pessoas autoconfiantes que vivem suas próprias vidas sem comprometer seus valores; elas são sempre boas companhias. E o exemplo delas será passado para você rapidamente, sem você nem perceber.

4. Crie uma lista de medos a serem superados

Funciona assim: você faz uma lista com todas as coisas que fazem você se sentir desconfortável. Medos, inseguranças, tudo. Depois, começa a fazer essas coisas, uma por uma. O crescimento vem do fato de você encarar seus medos e, principalmente, superá-los.
Por exemplo: banho gelado. Odeia tomar banho gelado? Coloque na lista. No começo, até o cabelo vai sair do chuveiro tremendo. Mas da segunda vez, não vai ser assim tão difícil. Na terceira, menos ainda. E assim até que fique fácil e isso não seja mais desconfortável para você. Você passa por cima de um medo.
É um jeito simples de se obrigar a sair da sua zona de conforto. Porque uma coisa é verdade: não importa o quanto você leia sobre confiança, se você não tomar atitudes, as coisas não vão mudar sozinhas.

5. Viaje sozinho

Se você quer um jeito de combinar todos os conselhos anteriores em um só e ainda se divertir um bocado, esse é o caminho. Viaje sozinho. Você será exposto a culturas diferentes, vai quebrar normas sociais que nem conhecia e sair da sua bolha. Leve o mínimo de bagagem e coloque o essencial em uma mochila. Não faça planos e apenas deixe as coisas acontecerem. Acredite, essa experiência será mais reveladora do que você imagina – você estará só consigo mesmo, e vai acabar honrando só os seus valores o tempo todo.
Para finalizar, tenha um conselho extra sempre em mente: o mundo está cheio de pessoas que obedecem o status quo. Mas as pessoas que fazem alguma diferença são as que não se importam com isso. Qual das duas você vai ser? 

Fonte:http://hypescience.com/como-parar-de-se-importar-com-o-que-as-pessoas-pensam/

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Como arrumar e manter seu quarto limpo



Crie o hábito de arrumar sua cama antes de sair de casa. Uma cama desarrumada pode fazer um quarto bem arrumado parecer bagunçado. Esse pequeno passo pode te inspirar a manter seu quarto bem cuidado pelo resto do dia. Jogar tudo sobre sua cama não é o mesmo que arrumá-la.


Use um mp3 player ou um rádio para tocar música enquanto você faz a limpeza (desde que não incomode os outros). Isso pode te distrair da tarefa que realiza e torná-la mais divertida.

Não leve comida para o quarto. Por mais tentador que seja trazer lanches para seu quarto, todos os pratos sujos e pacotes podem emporcalhar o ambiente rapidamente. Se realmente precisa comer dentro de seu quarto, leve os pratos de volta a cozinha e jogue fora todo o lixo assim que tiver acabado. Pode ser útil ter sua própria lata de lixo também. Certifique-se de que não ficam migalhas para trás! Migalhas podem e vão atrair insetos como formigas e baratas, e insetos dentro do quarto não são brincadeira.

Devolva tudo ao seu devido lugar. Pode até parecer que não é uma regra fácil, mas não vai ter que se preocupar com seu quarto ser um desastre outra vez se segui-la. Se não tiver tempo, pelo menos faça um acordo consigo mesmo que irá ajeitar tudo antes de ir para cama. Se deseja tudo arrumado antes, coloque tudo no lugar logo depois de usar. Ou talvez, uma vez por semana, pode separar mais ou menos uma hora para garantir que tudo esteja bem limpo e organizado para a próxima semana. Se isso se tornar cansativo, você vai acabar não querendo limpar seu quarto novamente e, então, não vai mais bagunçá-lo

Manutenção. Uma vez por semana, faça uma faxina geral. Tire o pó da mesa, das estantes e de outras superfícies empoeiradas. Varra e passe o aspirador no chão. Lave a roupa de cama. Talvez até possa limpar as janelas.

Livre-se dos hábitos que levam à imundice.
o    Este é o mais óbvio: Deixar as roupas no chão ao invés de no cesto de roupas sujas. Compre um cesto e coloque as roupas nele toda vez que as tiver usado. Então, passado alguns dias, leve para serem lavadas.

o    Jogar um livro no chão depois de ler ao invés de colocar na estante. Isso não te ajuda em nada.

o    Tirar e largar os sapatos em qualquer lugar ao invés de guardá-los. Coloque-os num lugar separado para eles.

o    Amassar um pedaço de papel e jogar no chão ao invés de reciclá-lo.

o    Jogue o lixo no lixo, pessoal. Isso é de imensa importância. Não vá simplesmente jogá-lo pela janela.

o    Beber algo dentro do quarto e deixar o copo na mesa. Leia o terceiro passo.

o    Jogar os travesseiros extras no chão ao invés de guardá-los no armário. Leia o primeiro passo.




Lembre-se: a iluminação pode fazer um quarto parecer ainda mais limpo. Compre algumas luminárias, mas não exagere. Uma luminária de chão e duas de mesa são o suficiente, e tenha certeza de que a lampada emite uma luz fluorescente branca e suave


Antes de ir para cama, separe alguns minutos para catar as roupas sujas ou embalagens que esqueceu de jogar no lugar adequado e garanta que seu quarto ao menos tenha uma aparência decente antes de se aninhar em sua cama.

Se a limpar o seu quarto é muito difícil para você,falta tempo ou apenas é preguiçoso demais, peça para um amigo que vá até sua casa e te ajude. Então pode se divertir enquanto realiza o trabalho



·         Tenha certeza de não deixar lixo no quarto, seja no chão, na cama, na mesa, etc. Se encontra lixo em seu quarto, deixe uma lata de lixo nele para tornar a limpeza mais prática. Se tem trabalhos escolares e anotações, tente mantê-los em uma pilha ao invés de espalhá-los pela mesa. Outra coisa, tente não jogar lenços de papel sujos (ou gosmentos) no chão ou de volta na caixa - é totalmente nojento.

·         Mantenha uma foto de seu (antigo) quarto bagunçado por perto. Se se sentir tentado a deixar as coisas fora do lugar ou desarrumadas, dê uma olhada na foto e lembre-se do que vai acontecer se não se esforçar.

·        Cuidado com certas situações que podem sabotar até a maior das boas vontades. Se você estiver voltando de uma viagem ou estiver no final de um dia cansativo, pode sentir-se cansado e desejar apenas jogar suas coisas pelo chão. Essa é uma das piores coisas que pode fazer. É importante que desfaça as malas imediatamente. Você vai agradecer por isso mais tarde.

·         Certas vezes, se estiver entediado, finja que está preso em um calabouço e que, se não tiver limpado tudo até o prazo limite, o guardião do calabouço (sua mãe) virá e descobrirá que falhou. Mas, se acabar a tempo, será recompensado sendo liberto do calabouço. Pode ser divertido para os mais jovens. Lembre-se de que também pode se divertir fingindo que o cesto de roupa suja é um cesto de basquete e que as roupas são as bolas. Mas não se esqueça de pegar as roupas se errar o alvo.

·         Se ainda achar difícil arrumar seu quarto usando essas dicas, talvez seu método de organização precise de algum aprimoramento. Algumas vezes, repensar o modo como organiza e armazena as coisas pode trazer resultados fantásticos.

 ·         Evite que pessoas entrem em seu quarto, especialmente se eles nunca estiveram nele antes. Eles vão olhar suas coisas, retirá-las de onde estão e não vão colocá-las de volta no lugar certo. Evite ir ao seu quarto, ou peça que coloquem suas coisas onde elas estavam.

·         Se divide o quarto, tente conversar com seu colega se parece que a maior parte da bagunça é culpa dele.
 
Fonte: Internet