domingo, 29 de setembro de 2013

40 erros que os homens cometem na hora "H"

1. NÃO BEIJAR PRIMEIRO
Evitar os lábios e ir direto às zonas erógenas faz com que ela se sinta como se você estivesse pagando por hora e tentasse fazer o dinheiro valer cortando partes não essenciais. Um beijo apaixonado conveniente é a forma de preliminar definitiva.
2. DAR UM CHUPÃO NA ORELHA

Seja franco: algum cara na escola lhe contou que as garotas adoram isso. Bom, há uma diferença entre ser erótico e chupar como se você estivesse tentando fazer respiração boca-a-boca num hipopótamo. Isso machuca.
3. NÃO FAZER A BARBA

Freqüentemente você se esquece de que tem um
porco-espinho atado ao seu queixo, o qual você arrasta repetidamente através do rosto e das coxas da sua parceira. Quando ela vira a cabeça de um lado para o outro, isso não é paixão, ela está tentando se esquivar.
4. ESPREMER OS SEIOS DELA

Quando botam as mãos neles, a maioria dos homens age como uma  dona-de-casa experimentando um melão para ver se ele está maduro. Afague-os, acaricie-os e alise-os.
5. ABOCANHAR OS MAMILOS

Por que os homens se grudam nos mamilos de
uma mulher e depois os tratam como se quisessem esvaziar o corpo dela pelos seios? Mamilos são extremamente sensíveis. Eles não resistem à mastigação. Lamba e sugue gentilmente. Dar-lhes pancadinhas com a língua de um lado ao outro é legal. Fazer de conta que eles são um brinquedo de cachorro não é.
6. TORCER OS MAMILOS DELA

Pare de fazer aquela coisa de girar os mamilos entre o indicador e o polegar como se estivesse tentando sintonizar uma rádio numa área montanhosa. Concentre-se nos seios como um todo, não só nos pontos de exclamação.
7. IGNORAR AS OUTRAS PARTES DO CORPO DELA

Uma mulher não é uma via expressa com somente três saídas: Peito Leste e Oeste, e o Túnel do Meio. Existem vastas áreas do corpo dela as quais você freqüentemente ignora quando passa direto para Vagina Central. É hora de começar a lhes dar atenção.
8. ENROLAR AS MÃOS

Falta de destreza manual na região sub-saia pode resultar em dedos e roupas de baixo torcidas. Se você for tão direto assim, peça a ela que tire logo o troço todo.
9. DEIXAR-LHE UM PRESENTINHO

Jogar a camisinha fora é responsabilidade do homem. Você usa você descarta.
10. ATACAR O CLITÓRIS

Pressão direta é muito desagradável, portanto gire gentilmente seus dedos pelas laterais do clitóris.
11. PARAR PRA RESPIRAR

Diferentemente dos homens, mulheres não continuam de onde foram deixadas. Se você parar, elas voltam para a casa número 1 bem depressa. Se você perceber que ela ainda não chegou lá, continue custe o que custar, mandíbula dormente ou não.
12. DESPI-LA ESTUPIDAMENTE
Mulheres detestam parecer estúpidas, mas é exatamente o que ela vai parecer ao ficar nua da cintura para baixo com um suéter enrolado na cabeça. Desembrulhe-a como um presente elegante, não como um brinquedo de criança.
13. ATOCHAR A CALCINHA DURANTE AS PRELIMINARES

Acariciá-la gentilmente através da calcinha pode ser bem sexy. Atochar o tecido entre as coxas dela e ficar puxando pra frente e pra trás não é.
14. SER OBCECADO PELA VAGINA

Embora a maioria dos homens possa achar o clitóris sem mapas, eles ainda acreditam que é na vagina que acontece tudo. Tão logo sua mão esteja lá, você age como se estivesse tentando pegar a última batatinha num canudo de Pringle’s. Isso está correto em princípio, mas se você não for cuidadoso (e tiver cortado as unhas), pode machucar – portanto, não se empolgue. A princípio, é melhor dar atenção ao clitóris e ao exterior da vagina, e então inserir gentilmente um dedo e ver se ela gosta.
15. MASSAGEM GROSSEIRA

Você tenta dar a ela uma massagem sensual, relaxante, para deixá-la no ponto. Pode usar as mãos e pontas dos dedos; cotovelos e joelhos, não.
16. TIRAR A ROUPA DEPRESSA DEMAIS

Não force a barra tirando a roupa antes que ela tenha feito algum gesto para ver o seu material, mesmo que seja apenas desabotoar dois botões.
17. TIRAR AS CALÇAS PRIMEIRO

Um homem de meias e cuecas é horrível. Tire as meias primeiro.
18. INDO DEPRESSA DEMAIS

Quando você parte para a situação “pênis na vagina”, a pior coisa que pode fazer é bombear como se fosse uma ferramenta industrial – ela logo vai se sentir como uma operária de linha de montagem tornada obsoleta pela sua tecnologia. Aumente o ritmo vagarosamente, com arremetidas limpas, retas e regulares.
19. INDO COM FORÇA DEMAIS

Se você bater seus grandes ossos dos quadris contra as coxas ou o estômago dela, a dor será igual a duas semanas de cavalgada concentradas em poucos segundos.
20. GOZAR DEPRESSA DEMAIS

É o medo de todo homem. Com razão. Se você dispara antes de ver o branco dos olhos dela, certifique-se de que tem um plano “B” para assegurar o prazer dela.
21. NÃO GOZAR NUM TEMPO RAZOÁVEL

Você pode achar que transar por uma hora sem chegar ao clímax é a marca de um deus do sexo, mas pra ela isso se parece mais com a marca de uma vagina dormente. Pelo menos compre algumas tapeçarias suspensas enigmáticas, para que ela tenha algo em que prestar atenção enquanto você banca o Homem-Maratona.
22. PERGUNTAR SE ELA GOZOU

Realmente, você deveria ser capaz de perceber. A maioria das mulheres faz barulho. Mas se você realmente não sabe, não pergunte.
23. FAZER SEXO ORAL COM GENTILEZA EXCESSIVA

Não se comporte como um gato gigante num pires de leite. Coloque a boca inteira lá e concentrese em rodar a língua gentilmente ou dar petelecos com ela no clitóris.
24. CUTUCAR A CABEÇA DELA

Os homens insistem em fazer isso até que ela olhe para pênis, esperando que isso leve rapidinho a boca para pênis. Todas as mulheres odeiam isso. Está a três passos de ser arrastada pelo cabelo para uma caverna. Se você quer que ela use a boca, use a sua; experimente falar sedutoramente com ela.
25. NÃO AVISAR ANTES DE GOZAR

Esperma tem gosto de água do mar misturada com clara de ovo. Nem todo mundo gosta. Quando ela estiver fazendo sexo oral, avise-a antes de gozar para que ela possa fazer o que achar necessário.
26. FICAR SE MEXENDO DURANTE O BOQUETE

Não empurre. É ela quem vai fazer todos os movimentos durante o boquete. Você apenas repousa. E não agarre a cabeça dela.
27. IMITAR ATITUDE DE FILME PORNÔ

Nos filmes pornôs, as mulheres adoram quando os homens ejaculam sobre elas. Na vida real, isso significa apenas mais roupa para ser lavada.
28. DEIXÁ-LA POR CIMA POR ERAS

Pedir para que ela fique por cima é ótimo. Ficar deitado grunhindo enquanto ela faz todo o trabalho duro não é. Acaricie-a gentilmente, para que ela não se sinta inteiramente como um capitão de escuna. E deixe que ela descanse.
29. TENTAR FAZER SEXO ANAL E FINGIR QUE FOI UM ACIDENTE
Foi desse jeito que os homens ganharam à reputação de não seguir a bula. Se
você quer botar lá, peça primeiro. E nem pense que estar bêbado é desculpa.
30. TIRAR FOTOS

Quando um homem diz, “Posso tirar uma foto sua?”, ela vai ouvir as palavras “pra mostrar pra galera”. Pelo menos, deixe que ela fique com a posse das fotos.
31. NÃO TER IMAGINAÇÃO SUFICIENTE

Imaginação vai desde desenhar padrões nas costas dela até derramar mel sobre ela e lambê-lo. Frutas, vegetais, gelo e plumas são todos dispositivos úteis; cera quente e tinta indelével, de jeito nenhum.
32. ESTAPEAR O SEU ESTÔMAGO CONTRA O DELA

Não há barulho menos erótico. É tão sexy quanto um concurso de arrotos.
33. COLOCÁ-LA EM POSES ESTÚPIDA
Se ela quer fazer yoga avançado na cama, excelente, mas a menos que ela seja uma ginasta romena, não seja ambicioso demais. Pergunte-se se quer uma parceira sexual com os tendões torcidos.
34. PROCURAR PELA PRÓSTATA DELA

Leia isto cuidadosamente:
Estimulação anal é boa para os homens porque eles têm próstata. As mulheres não têm.
35. DAR-LHE MORDIDAS DE AMOR

É extremamente erótico exercer alguma sucção gentil nos lados do pescoço, se você fizer isso com cuidado. Nenhuma mulher quer ter que usar golas role e echarpes vistosas por semana a fio.
36. LADRAR INSTRUÇÕES

Não dê gritos de incentivo como um treinador com um megafone. Não é lá muito excitante.
37. FALAR PUTARIAS

Faz com que você pareça um editor de revista solitário ligando para o Disque-Sexo. Se ela gosta de escutar sacanagens, você vai ficar sabendo.
38. NÃO SE IMPORTAR SE ELA JÁ GOZOU

Você tem de terminar o serviço. Continue tentando até que o tenha feito direito, e ela poderá fazer o mesmo por você.
39. ESMAGÁ-LA

Homens geralmente pesam mais do que mulheres, portanto se você ficar em cima dela um tanto pesadamente demais, ela acabará ficando roxa.
40. AGRADECER

Nunca agradeça a uma mulher por fazer sexo com você. Seu quarto não é casa de caridade

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

40 erros que as mulheres cometem na nora "H"

1- NÃO BEIJAR.
Apesar das lendas populares dizerem que homem não gosta de beijar na boca, homem gosta sim, e muito, de dar uns beijos na hora h.
2- NÃO GOZAR NUM TEMPO RAZOÁVEL.
Ok, a maioria dos homens não se preocupa muito com o orgasmo da parceira, mas vocês também têm que entender que não dá pra ficar a vida toda masturbando, transando ou fazendo oral em vocês.
3- NÃO DEPILAR AS PERNAS, VIRILHA E AXILAS.
Encontrar um simples pelinho em locais inadequados (bumbum, sovaco) é motivo para perder totalmente o tesão, fazendo-nos quase levá-la a uma farmácia mais próxima pra comprar um kit para depilação. Mulher tem que ser lisinha, delicadinha, salvo o gosto de alguns homens que gostam de reviver uma aula de História da era paleozóica na cama. Não pense mal de nossas pobres antepassadas, não existia gilete ou outas ferramentas para tanto, mas hoje, sem desculpas.
4- ESPREMER O SACO DELE.
Um estímulo no saco escrotal é sim bem-vindo, mas apertar como se estivesse fazendo uma laranjada não só acaba com a excitação como também dói, e muito.
5- ABOCANHAR O SACO DELE.
É o mesmo caso do item anterior.
6- APERTAR OS MAMILOS DELE.
Se para as mulheres, os mamilos são uma zona extremamente sensível, no caso do homem, a única coisa que sentimos é dor, muita dor.
7- IGNORAR AS OUTRAS PARTES DO CORPO DELE.
Um homem não é uma via expressa com somente uma pista. Lembre-se que beijos, apertos e arranhões por todo o corpo são sempre muito bem recebidos.
8- PUXAR A CUECA.
Não sei se dá para perceber, mas enfiar a mão por debaixo da calça do homem e ficar puxando a cueca, como que esperando o rompimento do elástico, é uma prática dolorosa, para não dizer torturante.
9- NÃO SABER COLOCAR A CAMISINHA.
Ok. É uma responsabilidade do homem, mas saber fazer esse procedimento,
principalmente com criatividade, como utilizando os lábios, pode ser um diferencial na cama.
10- MORDISCAR O PÊNIS.

 Sexo oral é a coisa mais gostosa que o homem pode receber, mas não precisa colocar seus dentes ali para nos lembrar que isso pode ser extremamente doloroso também.
11- NÃO PARAR PRA RESPIRAR.
Ao contrário das mulheres, os homens precisam de tempo para respirar, porque para podermos fazer sexo oral, geralmente estamos completamente enfiados "dentro" da cintura de vocês, impossibilitando a continuação da respiração.
12- DESPIR-SE ESTUPIDAMENTE.
Lembre-se sempre que o ato sexual é um ritual sagrado, então jamais tire
apressadamente as suas roupas ou as do seu namorado, isso vai acabar completamente com o clima.
13- UTILIZAR CALCINHA BEGE.
Quando estamos chegando ao grande momento de ver sua calcinha, (aliás, estamos a todo o momento imaginando como deve ser sua calcinha, que cor, textura, sem textura, com lacinho, fitinhas, desde que nos encontramos com você), assim que nossos olhos pousam sobre uma calcinha bege, o pavor é tanto que gera um conflito de imagens ligando nossa pobre vovozinha a você, e fazendo nos esticar a mão, para procurar uma tesoura para tirar isso de você o mais rápido possível. Calcinha bege funciona como um feitiço do mal em nossas mentes: é uma mistura de perder o tesão com imaginar porque
você pegou a calcinha da sua vó bem idosa. Portanto cuidado neste item, ele pode acabar com um relacionamento.
14- SER OBCECADA PELA VAGINA.
Acreditem os homens não gostam apenas de sua vagina, mas também da sua bunda,seus seios, suas coxas...
15- MASSAGEM GROSSEIRA.
Você tenta dar a ele uma massagem sensual, relaxante, para deixá-lo no ponto. Pode usar as mãos e pontas dos dedos; cotovelos e joelhos, não.
16- TIRAR A ROUPA DEPRESSA DEMAIS.
Não force a barra tirando a roupa antes que ele tenha feito algum gesto para ver o seu material, mesmo que seja apenas desabotoar dois botões.
17- TIRAR AS CALÇAS PRIMEIRO.
Uma mulher de meias e calcinha é horrível. Tire as meias primeiro.
18- FAZER SILÊNCIO DEMAIS.
Não queremos que vocês façam tanto barulho quanto uma atriz pornô, mas uns gemidinhos são indispensáveis na hora da transa.
19- FICAR QUIETA DEMAIS.
A falta de movimentos na hora do sexo também atrapalha e muito. Não é nem um pouco agradável à sensação de estar transando com uma estátua.
20- GOZAR DEPRESSA DEMAIS.
Por mais que a mulher possa ter vários orgasmos numa mesma transa, não é legal quando a mulher goza logo de cara e pede uma pausa pra se recuperar.
21- DAR UM CHUPÃO NO PESCOÇO.
Beijos, carícias, são legais. Mordidas leves, também. Chupão, com direito a marca, jamais.

22- MENTIR DIZENDO QUE GOZOU.
Se os homens não percebem se você gozou ou não e cometeram a indelicadeza de perguntar, não complique a situação. Mentir que você gozou apenas vai piorar a situação, pois ele vai achar que fez a coisa certa na cama.
23- FAZER SEXO ORAL COM GENTILEZA EXCESSIVA.
Não precisa fazer sexo oral com a mesma vontade que você avança numa torta de chocolate, mas fazer com nojo é o mesmo que não fazer.
24- NÃO CUTUCAR A CABEÇA DELE.
Como já foi dito anteriormente, fazer sexo com uma estátua é extremamente ruim. O fato de vocês puxarem ou empurrarem nossas cabeças durante o sexo oral é um ótimo indicativo de que a coisa está boa.
25- NÃO AVISAR ANTES DE GOZAR.
Como nos preocupamos com o orgasmo de vocês, queremos ajudar a aproveitar melhor cada segundo. Logo, saber quando ele está chegando é essencial.
26- FICAR SE MEXENDO DURANTE O BOQUETE.
Não precisa ficar completamente parada, mas não precisa dançar e rebolar enquanto fazer um boquetinho né?
27- FAZER PERGUNTAS DEMAIS.
Não somos brutos insensíveis, mas convenhamos, cama não é para ficar fazendo mil questionamentos ou perguntando né?
28- DEIXÁ-LO POR CIMA POR ERAS.
Papai e mamãe até é gostoso, mas para o homem, é a posição menos estimulante visualmente falando. Então, saiba que o homem por baixo, ou a mulher de 4, são muito mais gostosos para nós.
29- TENTAR FAZER FIO TERRA E FINGIR QUE FOI UM ACIDENTE.
Tem homem que gosta ok. Mas pergunte antes. De uma forma geral, homem associa este ato a homossexualismo, ou seja, não gostam.
30- NÃO TER IMAGINAÇÃO SUFICIENTE.
Imaginação vai desde desenhar padrões nas costas dele até derramar mel sobre ele e lambê-lo. Frutas, vegetais, gelo e plumas são todos dispositivos úteis; cera quente e tinta indelével, de jeito nenhum.
31- SENTAR SOBRE O ESTÔMAGO DELE.
Tudo bem que gostamos de ter Vocês por cima, mas tome muito cuidado onde se apóia.
32- COLOCÁ-LO EM POSES ESTÚPIDAS.
Existem posições que nos expõe ao ridículo extremo, então, por favor, jamais se esqueçam que temos duas bolas no meio das pernas que doem muito quando pressionadas.
33- PROCURAR PELA PRÓSTATA DELE.
Como já foi dito anteriormente, fio terra apenas com autorização prévia.

34- DAR-LHE MORDIDAS DE AMOR.
É extremamente erótico exercer alguma sucção gentil nos lados do pescoço, se você fizer isso com cuidado. Nenhum homem quer ter que usar golas rolê por semanas a fio.
35- LADRAR INSTRUÇÕES.
Não dê gritos de incentivo como um treinador com um megafone. Não é lá muito excitante.
36- INSEGURANÇA.
É normal todo mundo ter um pouco de insegurança, tanto na cama quanto na vida, mas há um limite muito claro para isso. Quando um homem tem que repetir algo pela terceira vez, tenha certeza que já está sendo irritante o suficiente para ser broxante.
37- FALAR ALTO.
Mesmo quando estiver bem longe da cama, jamais fale alto. Gritar é um descontrole que faz o seu homem sentir vergonha e não querer mais saber de ficar ao seu lado.
38- FINGIR QUE NÃO QUER.
É normal fazer um joguinho na primeira vez, mas sem exageros, se você já esta despida e seu corpo esta quase explodindo de vontade de transar, não vale ficar fazendo cu doce... Isso é frustrante!
39- FALAR DE OUTRO HOMEM.
Puta merda! Quando vocês quiserem falar de homens chamem suas amigas!
40- QUERER E NÃO FALAR.
Quando vocês quiserem alguma coisa diga, afinal, temos bolas, mas não são de “cristal” para adivinhar o que vocês querem!

 

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Curiosidades sobre sexo

1 Por que o sexo é tão importante na vida?
“O sexo é muito importante porque traz inúmeros benefícios à saúde, como a melhora da pressão arterial. Inclusive, o assunto já foi tema em concentração de jogadores de futebol e verificou-se que a prática aumentou o rendimento físico, trazendo mais energia vital à pessoa. Isso sem citar a autoestima, que aumenta consideravelmente”, explica a terapeuta sexual Vânniah Neves.
2 Ensaio sensual
Você sabia que a mulher brasileira é uma das que mais consomem ensaios sensuais no mundo? Uma das empresas pioneiras desse ramo, a Nude, foi convidada para ilustrar o documentário francês “Sex in the World City”, que já estreou em Nova York. O programa exibido no canal Paris Première mostra as vertentes da sensualidade de cada país e, por aqui, o ensaio sensual desponta como preferência para seduzir.
3 Sexo é tão importante quanto a alimentação
Quando existe um desequilíbrio entre o yin (frio) e o yang (calor), mesmo sem uma patologia aparente, perde-se o interesse pelo sexo, e as pessoas ficam tristes, deprimidas, depressivas, irritadas, impacientes e perdem o sono. “A acupuntura, por exemplo, preconiza que a saúde mental está intimamente ligada à saúde sexual. Para essa terapia, o sexo é tão importante quanto a alimentação, o sono, a sede e as necessidades fisiológicas, já que a atividade nos torna mais felizes, pacientes, saudáveis e com menor índice de doenças”, declara a especialista Aparecida Enomoto.
4 Fetiche novo
Você sabia que existe um fetiche por roupas de couro ou vinil? Alguns homens chegam a se excitar apenas com o cheiro desses materiais. Você pode acompanhar essa tendência em videoclipes da cantora Lady Gaga, por exemplo. Pensando nesse público, o estilista Heitor Werneck criou um espaço exclusivo e discreto em sua loja, A Escola de Divinos, em São Paulo, para que as pessoas possam se “montar”. O arsenal oferece roupas e adereços diversos. “Temos espartilhos, roupas de vinil e fetichistas justamente para estas pessoas que gostam de fugir do padrão - pelo menos fugir por alguns minutos”, afirma o empresário.
5 É possível viver sem sexo?
“Na verdade, o ser humano é perfeitamente adaptável e consegue sem nenhum problema viver sem sexo, mas, em minha opinião, com sexo a qualidade de vida é muito melhor. Imagine se, por causa de algum fator, você tivesse que optar por viver sem sexo ao lado de quem você ama? Seria um verdadeiro dilema”, diz Vânniah.
6 Ter uma vida sexual saudável é mais importante para o homem do que para a mulher?
Ter uma vida sexual saudável é bom para os homens e também para as mulheres. Os homens pensam mais em sexo porque eles usam outro hemisfério cerebral, porém há ainda o aspecto psicológico: a busca da autoafirmação. Já as mulheres tendem a associar o sexo ao lado emocional. Para os dois, no entanto, o sexo é um complemento da relação, que traz felicidade e bem-estar.
7 Apetrechos podem transformar uma transa?
É óbvio! Empresas como a Inside oferecem mais de 80 opções de cosméticos sensuais para que você dê um “up” na cama! A vela hidratante, por exemplo, traz um clima de romance devido à iluminação e ao efeito estimulante do óleo natural quentinho que ela libera.
8 Ter a fantasia que está sendo estuprada é normal?
“Sim, é normal. Enquanto for uma fantasia ou estiver se resumindo a pedidos para que seu namorado brinque de fingir que está forçando a barra para fazer sexo, tudo bem. Talvez vire um problema se você começar a incitar estranhos na a fazer o mesmo – e certamente com isso vai descobrir que a realidade não se parece nada com a fantasia” – trecho do livro “Sexto Sexo”, de Fernanda Lizardo, da Blog Books.
9 Por que, quando estamos felizes com o sexo, isso se transporta para outras áreas em que atuamos?
Porque necessitamos amar e ser amados. Quando há esse encontro com a pessoa desejada ficamos felizes e isso reflete em todas as áreas. Além disso, a prática sexual desperta diversas reações químicas no corpo, proporcionando um melhor funcionamento do organismo e bem-estar. Isso nos torna mais dispostos para o dia a dia.
10 É verdade que quanto mais sexo anal se faz menos vai doer ou incomodar?
“Sim, é verdade. Quando começamos a fazer o sexo anal ele vem acompanhado de medo, pudor e insegurança, com isso a musculatura ao redor do ânus não relaxa e você acaba sentindo dor e desconforto. Com o tempo, e a realização mais frequente, o medo e o incomodo vão diminuindo porque você se sente mais segura e a relação passa a ser mais prazerosa”, explica a fisioterapeuta uroginecológica Débora Pádua, da Clínica José Bento de Souza.
11 Por que os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor?
Porque eles são de Marte... Brincadeiras à parte, isso não é uma regra, mas quando ocorre é porque geralmente as mulheres são mais românticas e os homens, práticos. Uma relação sexual que muitas vezes para mulher é um ato de amor, para o homem foi apenas mais uma transa.
12 Existe fórmula para o orgasmo feminino?
Segundo Jenny Hare, autora do livro “Orgasmos: como chegar lá” da Editora Best Seller, há alguns passos certos para atingir o ápice do prazer:
Passo 1: aplique uma boa quantidade de lubrificante, sendo que a região deve ficar bem escorregadia para não haver atrito.
Passo 2: experimente sensações de contato com sua própria pele, usando as mãos e sentido-as na boca, seios e outras partes do corpo.
Passo 3: use a mão que tiver mais habilidade para começar a se tocar.
Passo 4: experimente usar a pele de cima da mão, com o apoio da outra, para movimentar-se na parte de baixo.
Passo 5: usando as pontas do dedo indicador, sinta seu clitóris e explore toda a área, sentindo a vibração do toque e o aumento da pulsação, de acordo com o aumento do desejo e excitação. Deixe-se levar e pratique muito.
13 Por que, quando a mulher não está excitada e não tem lubrificação, existe a dor?
A lubrificação só acontece quando a mulher está excitada e uma das funções da lubrificação é tornar a penetração mais confortável. Para que ela aconteça é necessário estímulos - como beijos, abraços, sexo oral e manipulação manual, entre outros.
14 A solidão e o desencontro são males vividos pela sociedade atual?
“A harmonia afetiva se tornou um bicho-de-sete-cabeças pelo total desconhecimento das naturezas femininas e masculinas e o nível de descontentamento nas relações é bastante alto. O que agrava mais ainda a situação é o fato de as mulheres terem focado tanto o mundo profissional, perdendo até certa feminilidade. Isso mata a atração entre os sexos de certa forma”, declara Chekes Soledad, psicóloga e especialista no desenvolvimento do feminino e artes sensuais.
15 Toda mulher pode usar um vibrador
Essa afirmação é a mais pura verdade, mesmo que ela tenha uma vida sexual superativa. Quanto mais estimulação e de maneiras diferentes, melhor. É também uma forma de conhecer o próprio corpo, descobrir áreas erógenas e “treinar”. Claro, tudo com bom senso e uma pitada de fetichismo. Pensando nisso, a Revelateurs traz o Minx Feather Deluxe, um minivibrador de alta tecnologia, possibilitando variações de temperatura entre frio e calor.
16 Perfume afrodisíaco
O feromônio, poderoso hormônio da atração, tem a função de atrair o parceiro fisicamente, por meio do olfato. O nome tem origem nas palavras gregas “phero” e “hormon” que juntas significam “trazer excitação”. A atuação do feromônio acontece na outra pessoa, despertando o desejo para o sexo, o namoro e a paixão, enquanto a quantidade de testosterona afeta a forma como homens e mulheres se sentem atraídos. Por isso, fique de olho em suas alterações hormonais.
17 Por que homens e mulheres não se entendem?
“Nem homens nem mulheres receberam, desde a infância, uma educação e reconhecimento para estabelecer relações. As pessoas não recebem informação que lhes ajudem a conhecer e reconhecer o parceiro adequado. A maioria delas escolhe o parceiro baseado no modelo e experiência dos pais, nos sonhos ou no que a mídia apresenta (filmes, novelas, revistas). Conclusão: é necessário aprender na prática”, declara Chekes.
18 É verdade que quanto mais penetração eu tiver no ânus, mais a abertura dele vai aumentar?
A abertura no ânus só acontece no momento da relação sexual pelo relaxamento provocado e pela penetração do pênis. Depois, ele volta ao normal. Com o passar do tempo e com a idade muitas modificações podem acontecer no corpo e também no canal anal, mas nem sempre esta modificação está ligada ao sexo anal.
19 Como posso fazer para encontrar meu ponto G?
“Muitos pesquisadores acreditam na existência do ponto G e dizem que para tocá-lo você deve introduzir um dos dedos no canal vaginal cerca de 4 a 5 cm na parede anterior, ou seja, como se tivesse tocando seu umbigo. Quando tocado é possível sentir algumas rugas e neste local é preciso apertar para dar estímulos de pressão”, diz Débora.
20 É verdade que o exercício de pompoarismo aumenta o prazer do homem?
O pompoarismo provoca uma sensação muito diferente no homem. O fato de apertar os músculos do assoalho pélvico faz com que ele sinta muito mais prazer por sentir muito mais o canal vaginal. Além disso, a relação também será muito mais prazerosa para a mulher, que sentirá a fricção do pênis durante a relação.
21 Existe um segredo para ser feliz no sexo?
“Na cama o mais importante é:
- Primeiro: uma conversa franca e objetiva sobre o que acende o outro e o que apaga sua libido. O parceiro também deve ouvir você.
- Segundo: como uma equipe, vocês devem planejar momentos a dois que incendeiem a relação. Às vezes, uma simples mudança de atitude do homem e da mulher já é o suficiente.
- Terceiro: o mais importante de tudo é colocar planejamento em ação e curtir a dois, sempre!”, ensina Nelma Penteado, consultora de relacionamentos.
22 Porque os homens pensam em sexo tantas vezes por dia e as mulheres nem tanto?
“A mulher foi programada desde pequena a pensar no príncipe, como uma história romântica, de contos de fada. Ela perde uma gigantesca quantidade de energia agindo dessa forma, pois cada vez que pensa 'nele', está lhe doando energia sexual, ao invés de praticar na realidade”, analisa Chekes.
23 A ambientação do quarto é importante para o sexo?
Sem dúvida. A cama é o foco central do quarto, por ser a maior peça do ambiente. “Todos sonhamos com uma cama king size, mas ela não é a melhor opção sempre. É preciso assegurar que exista espaço de circulação adequado em torno da cama, em todos os sentidos. Quartos pequenos são favorecidos por camas e cabeceiras baixas, que dão a impressão de um espaço mais amplo. Para os espaços maiores, camas e cabeceiras altas são mais indicadas. Nem todas as camas necessitam de uma cabeceira, podemos utilizar a parede como cabeceira ou então optar por um modelo de couro, acolchoado ou forrado de tecido, para que possa ser facilmente alterado”, destaca a arquiteta Ana Carolina M. Tabach, diretora de projetos da C+A Arquitetura e Interiores.
24 Qual a fórmula para o sucesso na cama e fora dela?
Amar-se e ter prazer em tudo. Se uma pessoa não sente prazer pela vida (trabalhar, comer, exercitar-se etc.) como ela vai ter excitação no campo sexual? Uma pessoa é magnética e irresistível sexualmente quando sabe ter prazer sozinha ou acompanhada, seja na cama ou fora dela. Esse é o segredo.
25 Por que adolescentes são tão descontrolados na área sexual?
Na adolescência o corpo passa por uma série de mudanças físicas e psíquicas, e entre elas inclui os relacionamentos afetivos. “Com os relacionamentos aprendemos a conhecer os outros e a nós mesmos. Emoções desconhecidas florescem; sensações diferentes brotam; e todo o corpo fervilha com um prazer novo que parece dar vida nova a quem está apaixonado”, comenta o psicólogo especialista em relacionamentos Silmar Coelho.
26 É verdade que o homem gosta de mulher comportada na sociedade e sem pudores na cama?
Claro! A sexualidade não é educada. Essa é uma energia instintiva de vida, sem limites culturais. Óbvio que ela pode e deve ser refinada, transformada em uma arte para que a pessoa tenha domínio sobre o prazer, mas, entre quatro paredes, vale tudo. E o homem se encanta com isso.
27 É normal ter fantasias sexuais?
“A fantasia é algo inerente ao ser humano. Fantasiar é imaginar o que pode acontecer, é ter capacidade de perceber imagens, é utilizar a imaginação a favor do sexo. As fantasias sexuais são importantes na vida das pessoas, pois alimentam o desejo. São fenômenos eróticos comuns que podem surgir de forma consciente ou inconsciente, dependendo do modelo de educação que o indivíduo recebeu e também do seu jeito de ser”, informa Marilandes Ribeiro Braga, psicóloga e terapeuta sexual.
28 A verdade sobre as fantasias
A fantasia sexual está relacionada com necessidades, instintos e desejos de satisfação. Algumas das mais famosas são transar em banheiro de festa, no elevador, em cima do capô do carro. A mais comum das masculinas é a transa entre duas mulheres. No fundo, todas elas alimentam nossa imaginação e servem como válvulas de escape psicológicas que descarregam tensões ou ansiedades de uma maneira criativa e saudável.
29 O que são fetiches?
Fetiches são fantasias que envolvem objetos e ou partes do corpo. Sapato alto, meias, lingerie, botas, esse arsenal faz parte do fetichismo e aguça a imaginação, principalmente masculina, porque os homens são mais visuais que as mulheres.
30 O paladar pode dar prazer (e muito)
É comprovado que degustar e explorar os sentidos, principalmente da boca, excita. Quem nunca assistiu às cenas de orgia gastronômica apresentadas no filme “Nove Semanas e meia de Amor”? Para ajudar, reserve a caixa de Trufas Afrodisíacas, da Substância, grife especializada em alimentação saudável. As trufas foram desenvolvidas a partir de ingredientes que estão diretamente relacionados ao aumento da libido.
Fonte: http://estilo.uol.com.br/comportamento/ultimas-noticias/2010/09/06/no-dia-do-sexo-veja-69-curiosidades-sobre-o-assunto.htm

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Diagnóstico de uma sociedade

Frase da filósofa russo-americana Ayn Rand (judia, fugitiva da revolução russa, que chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920), mostrando uma visão com conhecimento de causa:

"Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada".(Ayn Rand)

sábado, 21 de setembro de 2013

Dicionário BDSM

DICIONÁRIO DE BDSM Bondage, Disciplina, Dominação e Submissão, Sadismo e Masoquismo;


A
Abrasão: Estimulação da superfície da pele por materiais abrasivos, tais como: couro cru, lixa fina, escovas com cerdas metálicas ou não, etc… com a intenção de provocar sensações intensas no(a) submisso(a). Pode ou não deixar marcas temporárias.
Afogamento: Forma de asfixia com utilização de água, geralmente por imersão.
Adestramento: Vide Disciplina.
Agulhas: Utilizada em jogos e cenas, tem forte efeito psicológico, superior ao da dor. Por requerer habilidade e diversos cuidados, inclusive na escolha do material, do tipo apropriado, da forma de inserção e dos locais de penetração, não é uma prática recomendada para praticantes ativos com pouca experiência, sem um prévio e minucioso estudo e conhecimento. Outra prática potencialmente perigosa em função de doenças sexualmente transmissíveis. Registramos que o adepto desta modalidade tem seus conjuntos de agulhas individuais. Não são equipamentos que possam ser emprestados. As agulhas descartáveis são quebradas e jogadas no lixo depois de uma sessão. A regra adotada pelos participantes é a mesma de outras práticas: cabeça e pescoço são regiões proibidas para inserção de agulhas. As regiões corpóreas mais freqüentemente utilizadas são: seios, coxas, nádegas, pernas, pés e, em alguns casos, a região genital. As agulhas são de um calibre muito pequeno, e são comumente usadas para acupuntura.
Ajoelhar: Ato belo e comum às escravas no BDSM. Pode ter várias finalidades: demonstrar a submissão ou denotar adoração ao Dono e expor disciplina, paciência e resignação ao manter-se aos pés dele. Impõe-se fartamente o ajoelhamento em rituais, para podolatria ou mesmo (como pensam os baunilhas ser só para isso) para o sexo oral. O ajoelhamento pode ser tb. Utilizado como tortura, caso a escrava seja obrigada a se ajoelhar sobre milho ou outros objetos e superfícies incômodas ou dolorosas.
Alimentação Controlada: Consiste em privar, forçar ou especificar a alimentação da escrava, com diversos objetivos:
  • Disciplinamento: Fazer a escrava se alimentar daquilo que o Mestre determina, nos horários e na quantidade que ele determina. Seja com objetivo de obediência ou mesmo de regime alimentar;
  • Tortura: Forçar a escrava a se alimentar somente (primordialmente) de alimentos que se desagrade (vide também “ingestão forçada”)
  • Restrição: Restringir os alimentos de agrado da escrava;
  • Punição: Forçar o Jejum ou a ingestão de alimentos repulsivos;
  • Humilhação: Ao restringir certos alimentos, ou até mesmo a forma como a escrava se alimenta (vide “food rituals”), pode-se obter bons jogos de humilhação e disciplinamento.
Algemas: Podem ser de metal, idênticas a de utilização policial, ou de couro, estas com clips para prender e soltar facilmente.
Anal Play: Qualquer fetiche ou prática sexual concernente ao ânus e/ou reto. Normalmente inclui: sexo anal, rimming, enema e fisting anal.
Anal Training: Toda e qualquer atividade que vise a preparação do ânus para o “Anal Play”. Normalmente pode durar dias ou semanas, como, por exemplo, um exercício de dilatação do ânus, preparando-o para ser usado, o que demora pelo menos 2 semanas.
Anallingus: Palavra de origem latina para exprimir o sexo oral anal. É o mesmo que “rimming” para os americanos.
Arnica: Substância utilizada pára aliviar a dor e as marcas resultantes de torturas.
Arreios: Vide “Gag, GagBalls” ou “PoneyPlay”
Asfixia: Prática de restrição de ar ou do fluxo sangüíneo amplificando a sensação do orgasmo. Praticada não só por sufocamento e estrangulamento, mas também através da utilização de sacos plástico, submersão, máscaras de gás, visando o prazer que pode ser proporcionado pela mesma àqueles que se agradam, mas sempre com o máximo cuidado de não ir além dos limites de segurança, podendo causar a morte.
Auto-Flagelo: Prática que consiste em impor e efetuar torturas em si próprio. Na Dominação Virtual acaba sendo amplamente utilizado o auto-flagelo sob ordens expressas do Dono à distância.
Avaliação: É usual a escrava passar por uma avaliação visual e táctil de seu corpo, seja para sua aprovação inicial como escrava, seja para revisão prévia a cada sessão.
B
Barra Extensora (Barra de Imobilização): Barras longas, usualmente de metal madeira com argolas e/ou furos em cada ponta, de diversos comprimentos, usadas em situações de imobilização para manter os braços ou pernas do submisso(a) afastadas. Podem vir com tornozeleiras e/ou pulseiras nas extremidades ou não. Dificultam ou impedem o submisso(a) de andar e dão acesso à área genital. São utilizadas de diferentes maneiras quanto a sua fixação.
Baunilha (Vanilla): Termo usado para indicar o sexo convencional. Pessoas que não estão envolvidas em BDSM. São daqueles que não tem ou não usam fetiches em sua relação. Seriam aquelas pessoas que se intitulariam “normais”. O termo foi criado exatamente para se evitar a utilização de tal definição e também porque “baunilha” é o sabor mais básico de sorvetes (e também o mais insosso *rs). Também é utilizado para definir coisas: relação baunilha, atitude baunilha, pensamento baunilha, sexo baunilha, etc.
Bastinado: De “bastão” (Do latim: “bastonis”,” bastum”). Ato de bater nas solas dos pés. Acredita-se que o bastinado teve sua origem no mundo árabe, onde até hoje é usado. Foi “importado” pelos europeus na época das primeiras cruzadas. Também é referido a algumas regiões da Ásia, como forma de castigo aplicada pelo marido à mulher e aos filhos. A idéia do castigo do bastinado no mundo árabe, além da dor física como forma de punição, é deixar o castigado sem poder andar temporariamente, devido aos ferimentos da punição, em uma clara posição de humilhação. O Castigo consiste em imobilizar o(a) submisso(a), normalmente com as solas dos pés para cima, e aplicar golpes com uma varinha de “canning” somente nas solas dos pés. Deve-se observar que os pés possuem um grande número de terminações nervosas e ossos delicados e a possibilidade de um acidente é real. Não se aplica o bastinado com objetos duros como pedaços de madeira ou chibatas.
BDSM: Sigla que significa:
  • BD = Bondage e Disciplina
  • DS = Dominação e submissão
  • SM = Sadomasoquismo
Bofetada / Tapa: Ato de se bater no rosto com a mão espalmada. Tem forte e imediato efeito psicológico e moral.
Bola: Esfera de metal pesado que se prende (geralmente no tornozelo) da escrava, para limitar/dificultar sua locomoção.
Bolinhas Tailandesas: Objeto de prazer que consiste numa seqüência de bolas presas a uma corda utilizadas para inserção anal ou vaginal.
Bondage (Imobilização): O “B” do BDSM. Bondage na verdade conforma as práticas de escravização. Popularmente usado para referir-se a atividades de imobilização com cordas, lenços, algemas de couro ou metal, tornozeleiras, “spread bars” (barras de alargamento que servem para manter pernas e braços abertos visando à imobilização do(a) parceiro(a)). Todas as “cenas” de Bondage remetem ao tema básico: o cativeiro. Dentro dos grupos e comunidades de BDSM existe uma regra básica de segurança, definindo que imobilizações ou “amarrações” só são feitas do tórax para baixo. Cabeça e pescoço são áreas proibidas devido à possibilidade de asfixia. Dentro do S.S.C. há um limite de tempo para se deixar alguém imobilizado, em decorrência da possibilidade de isquemia tecidual, ou seja, da falta de irrigação sangüínea em uma área. Algumas pessoas acham extremamente sensual a situação de estarem imobilizadas, à mercê de outrem. Estar fisicamente imobilizado dentro de um contexto de consensualidade dá a possibilidade para os aficcionados de experienciar sua sexualidade livremente, o que, talvez, de outro modo, estas pessoas poderiam não ser capazes de se permitir em virtude de questões morais ou de educação. Bondage pode ser também visto como a transferência da responsabilidade para quem coordena a ação.
Bottom: (Do inglês: “bottom”: fundo, inferior, nádegas) Termo em inglês para se referir ao praticante na posição de submissão, entrega, masoquismo, obediência, etc. Escrava.
Branding: Queimadura na pele. Normalmente com ferros aquecidos ao rubro, para produzir escarificação. O Branding pode ser parte de uma cena, de um ritual ou modificação do corpo. Os desenhos geralmente consistem em linhas e curvas não conectadas, feitas individualmente e cada uma separada da outra por uma porção de pele não alterada. A razão para as linhas não conectadas é garantir que os elementos que formam o “design” da figura não cicatrizem em uma figura disforme. A pele humana cicatriza de maneira diferente da pele do gado. É o uso de um ferro em brasa, com uma letra ou símbolo para marcar definitivamente alguém. Deve ser sempre são, seguro e consensual. Historicamente, o branding é relacionado como símbolo de criminalidade ou escravidão. Marcas eram colocadas em criminosos na Idade Média, e em escravos. Encontrado na comunidade BDSM em relacionamentos estáveis e duradouros, onde o(a) submisso(a) consente em levar uma pequena marca de “propriedade”. Os locais mais comuns para o branding são os seios, a parte interna dos braços, a região lombar, nádegas e parte interna da coxa. Como, ao cicatrizar, o branding aumenta de tamanho, atingindo de 2 a 3 vezes o diâmetro original, especialistas em branding usam pequenos “moldes” para esta prática. É uma atividade bastante controversa dentro da comunidade BDSM. Mesmo feito com todos os cuidados é extremamente doloroso, traumático, agressivo ao corpo e permanente. E os relacionamentos humanos no mundo de hoje são mutáveis. Como dizia o poeta Vinícius de Morais, “Que seja eterno enquanto dure…”.
Breast Bondage: Ato de amarrar os seios femininos com corda, cadarço, bandagens, etc. Como parte de um jogo erótico BDSM. Pode incluir “nipple bondage”, onde se amarram os mamilos dos seios. Deve-se tomar cuidado com a amarração dos mamilos para não se provocar uma isquemia tecidual.
Brincos Genitais: Brincos presos ao sexo da escrava, geralmente mediante piercing, simbolizando marca de propriedade.
Body Modification: Qualquer atividade de modificação ou ornamentação do corpo como ritual erótico, decorativo ou de fetiche. Comumente incluem tatuagem, piercing, branding e cortes superficiais.
Bukkake: Prática que consiste em um ou mais homens ejacularem fartamente sobre o rosto da escrava.
Bull Whip: Chicote trançado fino e bem longo. Necessita de habilidade para seu uso, geralmente a uma boa distância da escrava.
Butt Plug: Objeto em forma de pênis, mas com um estreitamento na base, próprio para ser inserido no ânus. Normalmente de látex ou borracha. Alguns podem vibrar ou expelir líquidos. Podem ser usados para treinamento anal.
C
Cage: (Do inglês: gaiola) Podem ser de metal ou madeira, mas devem ser grandes o suficiente para acomodar uma pessoa.
Calabouço (Dungeon): Aposento projetado e especificamente decorado e equipado para sessões BDSM. Também conhecido como masmorra.
Camisa de Força: Camisa de forte material, geralmente lona, utilizada por centros psiquiátricos para imobilizações e também no BDSM com o mesmo fim.
Camurça: Material usado na confecção de chicotes que provoquem dor bem moderada.
Cane: Vara de bambu ou rattan, que geralmente tem entre 30 e 60 centímetros de comprimento. Muito utilizada pelos ingleses durante sua permanência na Índia, como instrumento de disciplina. A mais usual (e hard) é a Vara de Rattan (produzida com este material).
Canga: (Do chinês: “Kang-kia”) Instrumento de tortura que consiste em duas tábuas articuladas que se abrem no sentido longitudinal. Possue três ou cinco recortes simétricos por onde se encaixa e se prende a cabeça e os punhos ou, a cabeça, os punhos e os tornozelos do escravo(a). As tábuas são fechadas e o escravo(a) é impedido de sair. Pode ter várias alturas diferentes aumentando o suplício do escravo(a). Existe também. a canga com 4 furos, para os pulsos e tornozelos.
Canning: Espancamento por Cane.
Cateter: (Do grego “katheter”). Sonda cirúrgica. Instrumento tubular feito de materiais diversos, o qual é introduzido no corpo com o objetivo de retirar ou inserir líquidos e efetuar exames. No BDSM é utilizado para controle das necessidades fisiológicas do submisso(a).
Cateter de Foley: Tipo de cateter onde um balão pode ser inflado com uma solução estéril em uma das extremidades.
Cat ‘o Nine Tails: (Do inglês: gato de nove caudas) Termo originalmente usado para se referir a um chicote usado pela marinha britânica em punições à bordo de seus navios de guerra. Atualmente usado para referir-se a chicotes com muitas pontas.
Cavalete: Peça com quatro pés, revestida de espuma ou não na parte superior, podendo conter argolas para fixação dos punhos e tornozelos. Dentro do BDSM o cavalete é amplamente utilizado para a prática do spanking ou canning. O escravo(a) debruça-se no cavalete e é atado nas argolas do mesmo. O cavalete deixa o escravo(a) exposto ao dominador(a), pela posição assumida. Pode se colocar a escrava montada. Com o tempo e o peso do corpo sobre os genitais, o incômodo se transforma em dor de intensidade crescente.
CBT – Cock and Ball Torture: (Do inglês: Tortura de Bola e Pau) Prática de tortura específica do submisso masculino. Consiste em se aplicar jogos de tortura na região genital masculina. Basicamente se usam “clamps”, cintos de castidade para pênis, pesos, etc..
Cena: Uma cena é uma atividade/jogo específico dentro de uma sessão ou relacionamento. P.ex: Uma cena de spanking, uma cena de chuvas, de sexo, de disciplinamento, etc. Não confundir sessão com cena. A sessão é composta de diversas cenas.
Cera Depiladora: Usada no BDSM como tortura.
Chibata: Peça composta de um cabo e uma haste semi-flexível, normalmente utilizada para montaria. Consegue-se bastante precisão no spanking.
Chicote: Composto de um cabo, uma única longa tira de couro, podendo ter na ponta um pedaço triangular de couro. É o instrumento usado pelos domadores de feras nos circos.
Chicote de Cavalaria: Chicote usado por Jóqueis para montaria. Chicote da Tiazinha.
Chicote de Couro Cru Trançado: Chicote de uma única tira de couro cru trançado (se tiver varias tiras, torna-se um rabo de gato)
Cigarros: Utilizados no BDSM para branding, como adereço de charme, para humilhação (baforando no rosto da escrava ou usando-a como cinzeiro) ou disciplinamento (ao ordenar que a escrava o acenda, porte o cinzeiro ou limpe as cinzas).
Cinto: Utilizado para surras, o cinto pode ser bastante doloroso. Além de, por causa de suas costuras e de sua própria constituição, poder chegar a doer e marcar mais que um chicote bem escolhido.
Cinto de Castidade: Aparelho fechado por cadeado ou outro dispositivo que outrora as mulheres usavam, principalmente na idade média, com a finalidade de impedir as relações sexuais. Dentro do BDSM os cintos de castidade tem aplicações temporárias, por horas ou dias, e normalmente são de couro ou um metal não oxidante. Visam impedir o contato sexual. Para os submissos homens existe um aparelho que envolve o pênis e torna a ereção extremamente dolorosa.
Chuva Dourada: Vide Golden Shower:
Chuva Marrom: Ato de defecar no submisso(a) Deve-se notar que as fezes contem inúmeras bactérias e germes nocivos á saúde.
Chuva de Prata: Jogos e fantasias envolvendo suor, saliva, gozo e(ou) esperma.
Clamp: Prendedores usados em mamilos, lábios vaginais, escroto, etc. Acessório comum em uma cena de SM. Pode ter mola para aumentar ou diminuir a pressão, pode ter ganchos para se pendurar pesos ou correntes. Normalmente fabricados de plástico ou metal. São de quatro tipos básicos: Prendedores (de roupa ou semelhantes aos mesmos), Jacarés (vide), pinça (vide) e clamp japonês (vide).
Clamp Japonês: Um engenhoso tipo de clamp que aumenta a pressão na medida em que se puxa a corrente ligada ao mesmo.
Clips: Vide Clamps.
Clister: Vide Enema.
Código de Parada / Código de Segurança: Vide Safeword.
Coleira: Um símbolo de entrega usada por um(a) submisso(a). Uma coleira é posta ou dada em um relacionamento como um profundo símbolo de entrega. Um(a) submissa(o) encoleirada(o) é considerado como propriedade ou parceira(o) de um(a) dominador(a). Pode ser usado também como equipamento em uma imobilização.
Consensual: Atividades ou comportamentos acordados e de conhecimento de todos os que estão envolvidos. A consensualidade verdadeira exige que todos os participantes envolvidos em uma prática BDSM, sejam dominadores(as) ou submissos (as), tenham um mínimo de conhecimento do que vai ser feito e como vai ser feito, e tenham conhecimento dos possíveis riscos. No Brasil, a consensualidade ainda é algo pouco difundido e menos ainda praticada em seu sentido mais profundo. Não basta dizer, por exemplo, “vou te amarrar”. Tem de existir tanto por parte do submisso como por parte do dominador o conhecimento de como fazê-lo, controlando os possíveis riscos e controlando todos os aspectos envolvidos. Sejam técnicos, teóricos, práticos ou psicológicos.
Contrato: Um acordo escrito e formal entre as partes (dom e sub) definindo direito e obrigações de cada um. Estes contratos não têm qualquer valor jurídico, mas algumas vezes são utilizados para definir relacionamentos.
Coprofagia: Vide “Chuva Marrom”.
Couro Preto: Material muito utilizado para vestimentas e equipamentos no BDSM…
Crossdressing: Ato de se vestir um homem de mulher ou mulher de homem. Mais comum entre homens submissos, do que em mulheres submissas, talvez por causas sociológicas. Em alguns grupos o homem submisso assume verdadeiramente o papel de mulher, inclusive servindo sexualmente. Uma espécie de travestismo.
Cruz em “X” ou Cruz de Santo André: Cruz em forma de X, com argolas em todas as extremidades. Utilizada dentro do BDSM para imobilizar o escravo(a).
Cócegas: Vide Tickling.
Crucificação: Prática de se prender a escrava a uma cruz e ali deixá-la. Mais que uma forma de imobilização, a crucificação torna-se uma tortura a partir do momento em que a escrava é ali deixada por longas horas até que perca sua sustentação nas pernas.
Cunnilinguis: Sexo oral na escrava.
Depilação: Prática comum no BDSM, não só do Mestre depilar sua escrava como também desta manter a depilação ao gosto de seu Dono. Inexiste uma forma específica de depilação da escrava, que deve obedecer o gosto e ordem do seu Dono, podendo até ser total.
Disciplina: O “D” do BDSM. Pode ser: punição, disciplina estruturada visando treinar o submisso(a), componentes de jogos de castigo/recompensa. A definição de Disciplina dentro do BDSM é muito ampla e será tratada em trabalho à parte.
Doação: Menos comum que o empréstimo e o leilão, o Dom tb. pode ter o direito de doar a sua escrava. Assim, a doação se processaria como no leilão: a obrigação da escrava para com seu ex-Dono que a doou se restringe apenas a uma sessão com o novo Dono, uma vez que uma doação não pode definir nem impor a entrega permanente da submissão da escrava, que é algo pessoal e subjetivo.
Dogplay / Dogwoman / Dogman: (Do inglês: “dogwoman” – mulher cachorro) Ato do submisso(a) atuar e comportar-se como um cachorro ou cadela. Dentro do BDSM, deve comer em uma terrina, dormir aos pés da cama do dono(a), assumir posições previamente treinadas, etc…A prática de dogwoman requer adestramento como um cachorro/cadela.
Domar: Vide Adestrar.
Dominação: Base do BDSM, mais especificamente do D/s, que consiste na imposição, disciplinamento, adestramento e condução das atitudes da escrava, neste caso, a submissa.
Dominação Psicológica: Prática de dominação que consiste em jogos de humilhação e subjugo verbal e psicológico, muitas vezes mediante disciplinamento rígido, humilhação, inferiorização ou jogos/palavras de forte impacto emocional. Também define a tentativa de coordenação, disciplinamento, adestramento e condução dos sentimentos e pensamentos da escrava.
Dominação Pública: Prática de dominação que consiste em jogos e cenas em locais públicos.
Dominação Virtual: Dominação feita através da Internet, que consiste em narrar interativamente cenas BDSM ou mesmo impor castigos, regras, ordens e tarefas à distância.
Dorei: (Do japonês: “Dorei”. Tradução aproximada: escrava). Nome dado á mulher submetida ao Shibari (Ver: Shibari)
D/s: Dominação/submissão.
DST: Doença Sexualmente Transmissível. Doenças que são transmitidas devido ao contato com fluídos corporais de outra pessoa.
Dupla Penetração: Penetração simultânea da vagina e do anus.
E
Eletrodo: Condutor metálico de vários formatos, por onde uma corrente elétrica entra no sistema ou sai dele. O eletrodo dentro do BDSM é usado para aplicação de impulsos elétricos no corpo humano. (Ver: “eletro-estimulação”) Pode ter várias formas e tamanhos.
Eletrochoque: Como o próprio nome diz, Eletrochoque consiste em se aplicar choques elétricos de forte voltagem sobre o corpo da escrava. Bastante utilizado como tortura coercitiva e confessional, não é prática comum no BDSM por conta de seus riscos. Não deixe de ver “eletroestimulação”.
Eletroestimulação: Práticas de eletroestimulação não são freqüentes dentro da comunidade BDSM. Talvez pelo perigo que potencialmente representam para a vida das pessoas envolvidas. Um ponto bastante reforçado por pessoas da comunidade é que eletroestimulação não é aplicação de choques elétricos e sim a possibilidade de dar ao parceiro(a) estímulos externos completamente diferentes e atuando profundamente no corpo. Esta prática requer conhecimentos de anatomia e eletricidade para se alcançar todo o potencial existente. Pode-se, segundo depoimentos de aficcionados, conseguir a estimulação involuntária de nervos e músculos no corpo, gerando desde uma simples sensação de “formigamento” até seguidos orgasmos. Existem aparelhos específicos para esta prática que limitam a corrente utilizada e advertem claramente em seu manual de instruções que toda e qualquer atividade com eletroestimulação deve ser feita da cintura para baixo. Esta prática é proibida aos portadores de marca-passo, cardiopatas e pessoas que sofrem de epilepsia. Também é desaconselhada para pessoas que têm “piercings” no corpo.
Empregadinha: Cena BDSM que consiste na transformação visual e de atitudes da escrava em empregada doméstica (Vide também “serviçal pessoal”)
Empréstimo: Prática que consiste no empréstimo da escrava a outro Dominador, com ou sem a presença do Dono ou reciprocidade.
Endorfinas: (Beta-Endorfinas) – Componente químico produzido naturalmente pelo organismo humano que está envolvido na percepção cerebral da dor. O nome é derivado de “endo” que significa interno e de “morfina”. As endorfinas são quimicamente semelhantes aos opiáceos. A grande euforia descrita por alguns submissos(as) após sessões de BDSM onde a dor atinge níveis altos, em parte pode ser associada á liberação de endorfinas pelo corpo humano.
Enema: Ato de se inserir no ânus e reto determinada quantidade de líquido, visando a humilhação, quebra de resistência psicológica ou preparo para o sexo anal. Também existe a palavra pouco utilizada “clister”, em português, ou “klistier”, em alemão, para designar enemas.
Enforcamento: Forma de asfixia, de incômodo ou mesmo de restrição de movimentos da escrava.
Escarificação: A escarificação é o ato de provocar pequenas cicatrizes na pele com instrumentos cortantes, lixas, ou materiais abrasivos. Prática pouco freqüente na comunidade BDSM. Usada em situações de SM, e quase nunca encontrada em situações de BD e DS. Os cortes são superficiais e podem ter formas geométricas, letras, etc. Como há sangramento, o risco de transmissão de doenças é grande. É mais comum a auto-escarificação e existem sites na Internet dedicados a esta modalidade, que está pouco associada ao BDSM e vem ganhando espaço entre culturas alternativas. Socialmente encontrada em tribos africanas, algumas culturas da Polinésia e Oceania, são símbolos ritualísticos de passagem ou, na África, denotam o status marital de uma mulher.
Escárnio: Cena BDSM que consiste em se escrever nomes injuriosos, humilhantes e agressivos no corpo da escrava, com uso de tinta, bem como palavras de ordem como “coma-me”, “chupe-me”, etc.,geralmente antes de sua exposição ou empréstimo.
Escrava: A diferença e definição de escrava e submissa é um assunto há tempos controverso no BDSM que chega até mesmo a gerar preconceitos e pejoratividade a um dos termos. Existem diversos pensamentos sobre o assunto, dentre os quais destaco:
a- A escrava seria a praticante libertina e livre, já a submissa seria a escrava com Dono;
b- A escrava seria a praticante ligada ao S&M e a submissa ao D/s (existe S&M sem D/s e D/s sem S&M ?);
c- A escrava seria a submissa arredia, rebelde, desobediente e desafiadora a ser domada/vergada;
d- A submissa seria uma evolução da escrava, ou seja, uma escrava já treinada;
e- por outro lado, outra corrente define a escrava como sendo uma submissa que não tenha mais vontade ou limites com seu Dono, logo, seria por este ponto de vista mais evoluída que a submissa;
Espéculo Vaginal / Anal: Instrumento médico usado para se examinar a vagina, dilatando-a mecânicamente. Usado em práticas de exposição e jogos médicos. São feitos de plástico e descartáveis. Requer uma certa técnica a introdução de um espéculo na vagina.
Espéculo Oral: Instrumento médico usado para manter a escrava com a boca aberta.
Espancamento: A palavra, como muitas outras em BDSM, assusta iniciantes e curiosos. Mas não confundi-la com o crime agressiva e não consensual. Tudo em BDSM é feito com consensualidade, responsabilidade e visando o prazer e realização mutuos. Vide “spanking”.
Espora (Circular): Espora de pontas finas e circulares, presa a um cabo e giratória, utilizada para tortura da escrava. As pontas não chegam a penetrar a pele, porém, o efeito psicológico e a sensação no momento são extremamente torturantes, ainda mais vendando-se a escrava. Em partes sensíveis do corpo, como mamilos e sexo, a espora é bastante dolorosa.
Espremedor de Seios: Artefato de tortura que consiste em duas barras de madeira que vão sendo juntadas por meio de uma borboleta e servem para espremer os seios da escrava entre elas.
Estupro: Prática criminosa que consiste em obrigar outra pessoa ao ato sexual, seja sob coação, violência, força ou mesmo impedindo sua recusa. O estupro só se correlaciona ao BDSM através de sua prática como teatralização (o Dom “fingiria” ser um bandido estuprador e a escrava sua vítima), pois, uma vez que a base do BDSM é a consensualidade e o estupro é uma prática totalmente coercitiva e não-consensual, o mesmo em nada se correlaciona ao BDSM.
Estrangulamento (Agonofilia): Prática que consiste em fantasiar o estrangulamento, visando “hipoxifilia”.
Face-Sitting: Prática mais ligada à dominação feminina, que consiste em sentar-se sobre o rosto da escrava.
Fang Chung Chu: (Artes da Câmara Interior) É o coletivo para as práticas sexuais chinesas taoistas, praticadas para se conseguir a unidade com o Tao ou a imortalidade. São relatados casos de estados alterados de consciência ao se fazer uso desta prática. A muito grosso modo é o equivalente chinês ao Kama Sutra Indiano. Algumas práticas BDSM utilizam-se da técnica do Fang Chung Chu.
Feminização: Jogo erótico de dominação feminina onde o escravo é vestido e tratado como menina ou mulher.
Ferro Quente: Vide Branding.
Fetichismo: Erotização de objetos, comportamentos, vestimentas ou partes do corpo.
Fist Fucking (Fisting): Do inglês: Fist: punho + Fucking (meter, na gíria) . Uma das mais intensas práticas dentro do BDSM. Consiste na introdução da mão (punho) na vagina ou ânus. Tem mais adeptos dentro da comunidade gay, mas não está associada á práticas homossexuais dentro da comunidade BDSM. Inicialmente, o dominador(a) introduz vagarosamente os dedos, até conseguir um relaxamento muscular do parceiro(a). Deve existir uma grande cumplicidade entre o dominador(a) e o submisso(a) para esta atividade. Fisting requer tempo, atenção, cuidado e carinho. Com a lubrificação adequada, fisting não é necessariamente uma experiência dolorosa. De qualquer maneira, é consenso dentro da comunidade BDSM que a prática do fisting não é utilizada para causar dor e sim prazer no(a) parceiro(a) como uma forma intensa de penetração. Praticantes de Fist Fucking dizem que esta é uma atividade sensorialmente profunda, tanto para quem está recebendo como para quem está conduzindo. O fisting tem inúmeros componentes psicológicos: Pode remeter à uma sensação de violação, humilhação ou abandono. O punho é um símbolo de poder, literalmente. A introdução do punho dentro do corpo de um ser humano tem um enorme impacto tanto emocional quanto sexual, pois diferente de objetos artificiais (vibradores, butt plugs, etc.) a destreza e o movimento da mão provoca uma sensação única. Lembramos que a introdução de qualquer coisa no ânus/reto é uma atividade de alto risco, que pode resultar em hemorragia.
Flog: Vide Chicote Trançado.
Food Rituals: Rituais, humilhações, torturas e/ou estimulações envolvendo comida.
G
Gaiola: Vide Cage.
Gag / Gagball: Instrumentos que são inseridos na boca para evitar que um submisso(a) possa falar. Podem ter a forma de bola, freio; podem ser rígidas ou moles. Não se deve usar as Gag balls que possuem balão de inflar, pois podem induzir a um sufocamento. Deve-se também, ao se usar gag balls, convencionar uma “safe word” que possa ser entendida pelo dominador(a), como, por exemplo: batidas com as mãos ou pés, movimento de cabeça, ou algo similar, visando preservar a segurança da situação.
Gatilhos Emocionais: Associações de palavras, gestos, ações, comportamentos ou situações que provocam e desencadeiam reações emocionais. Um bom dominador(a) deve possuir tato para perceber quais são os gatilhos que desencadeiam reações positivas e negativas em seus submissos(as). E deve ter responsabilidade para usá-los ou evitá-los também.
Gelo: Tanto o gelo como qualquer outro material gélido são amplamente utilizados no BDSM para tortura e sensibilização.
Guia: Tira de corrente ou outro material destinada a prender-se na argola da coleira de sessão para com ela o Dom puxar e guiar a escrava.
Guizos: Utilizado na Poney Girl (vide) preso aos seios por piercing ou clamps. Pode ser utilizado também em outras práticas BDSM para indicar pelo som onde a escrava se encontra ou restringir e tornar explicito seus movimentos.
Golden Shower: Vide Chuva Dourada.
Gor, Goreano: Estilo de BDSM baseado nos livros de John Norman. Pouco adotado em virtude de uma visão machista e desprovida do S.C.C. Seus maiores seguidores estão nos E.U.A.
H
Hashi: Os palitos utilizados como talher na culinária oriental e que, juntamente com elásticos, pode ser utilizado no BDSM como clamps.
Hentai: Desenhos e quadrinhos eróticos japoneses.
Higienização: Vide Wash.
Hipoxifilia: Atração por teor reduzido de oxigênio, mediante utilização de mascaras de gás, panos molhados, estrangulamento e sufocamento.
Hojojutsu: (Do japonês: “hojoju-tsu”)
Também referido como Kinbaku
Técnica tradicional de encarceramento e tortura usada no Japão feudal pelos samurais e pela polícia, com 4 leis fundamentais:
1- Impedir o prisioneiro de escapar
2- Não causar nenhum dano físico ou mental ao prisioneiro
3- Não divulgar a técnica de hojojutsu a ninguém que não pertença ao clã
4- Ter uma concepção artística ao executar o hojojutsu
Do Hojojutsu originou-se o Shibari
O hojojutsu foi aplicado até meados de 1900 pela polícia local japonesa.
Humilhação: Ato de provocar a DOR MORAL. Redução deliberada do ego para propósitos eróticos, variando de embaraço moderado a degradação.
I
Infantilismo: Jogo erótico em que a escrava é tratada como bebê ou criança.
Infibulação: Vide Piercing.
Ingestão Forçada: Tortura, disciplinamento ou humilhação que consiste na imposição de ingestão pela escrava de determinado tipo de alimento, objeto ou substância. A ingestão forçada torna-se tortura quando o objetivo é o excesso de ingestão ou a ingestão de objetos repugnantes.
Inversão de Papéis: Define duas práticas:
1. O ato de se inverter as posições dentro de uma sessão ou relacionamento, ou seja, a escrava dominar o Dom por um período de tempo determinado.
2. Cena em que a mulher(seja Domme ou mesmo a escrava) assume a posição masculina, penetrando o parceiro com uso de straps (pênis de borracha).
J
Jacarés: Um tipo de “Clamps”, ligado ou não por correntes.
K
Kaviar: Gíria Alemã para Coprofagia.
Kimbaku: (Do japonês “kimbaku”). Palavra usada no Japão para designar o Shibari. (Ver: Shibari)
Klister: Vide Enema.
L
Latex: Material utilizado para roupas no BDSM.
Leilão: Prática grupal pública que objetiva leiloar escravas, seja apenas para pequenas cenas, seja com a completa transferência de posse. Neste último caso, a obrigação da escrava para com seu ex-Dono que a leiloou e(ou) para com o resultado do leilão se restringe apenas a uma sessão, uma vez que um leilão não pode definir nem impor a entrega permanente da submissão da escrava a um Dono, que é algo pessoal e subjetivo.
Limites: As fronteiras das atividades no BDSM acordadas e conversadas entre dominador(a) e submissa(o), definindo o que e até onde uma prática, uma cena ou um relacionamento podem ir. Limites devem ser obrigatoriamente respeitados. O limite se aplica às regras, cenas, práticas, níveis de dominação e submissão, duração das cenas, etc.
M
Maiúscula / Minúscula: Refere-se à grafia de letras em BDSM virtual. É comum alguns Mestres teclarem sempre em maiúsculas, denotando sua condição de Top (porém, como maiúsculas tb. significam “gritos”, muitas vezes esta confusão inviabiliza tal liturgia). Também existe a convenção de nicks de escravas iniciarem em minúsculas e de Doms em maiúsculas. Porém, como toda convenção, a falta de rígida observação e generalização acaba por torná-la ineficiente.
Máscara: Utilizada não só para preservar a identidade, tanto dos Mestres quanto das escravas, mas também como utensílio de humilhação ou até tortura (esta com o uso de máscaras de ferro, incomodo ou total privação de sentidos e/ou movimentos).
Masmorra: Vide Calabouço.
Marcas: Resultantes de torturas. A grande arte do sádico está em saber adequar as marcas (sua intensidade e tempo de permanência) às possibilidades de exposição da escrava, não causando-a, assim, qualquer infortúnio pessoal ou profissional que contraria a segurança da relação (SSC).
Marcas de Propriedade: Adereço que denote e demonstra que a escrava é propriedade/posse de um Dono. Pode ser de diversos tipos, desde um pingente ou brasão na coleira, um piercing, brinco vaginal, anel, tatuagem ou mesmo um tipo específico de nick “escrava do Mestre” ou um adendo ao nick da escrava “escrava{M}” ou, no caso das minhas escravas, o “J_(escrava)”. A “marca de propriedade” não é o objeto em si (a coleira, a tatuagem, o anel, o piercing ou o nick), mas o desenho, o símbolo ou o brasão constante no mesmo, que este sim denota a propriedade.
Masoquismo: O gosto erótico pela dor, humilhação em ser dominado(a). Algumas vezes o termo é usado para designar a pessoa que gosta de dor mais intensa, ou que tem prazer em atividades que causem maior nível de dor.
Mentor: Um conselheiro, alguém em quem se possa confiar plenamente, e que tenha um certo conhecimento de técnicas BDSM. É um amigo e instrutor, tanto para a parte técnica como para a parte conceitual do BDSM.
Mesa Esticadora: Móvel muito utilizado para torturas medievais, que consiste numa mesa onde a escrava é presa numa ponta pelos pés e na outra pelas mãos e, por uma das pontas a corda ou corrente que a prende é enrolada numa roldana, puxando a escrava até o máximo de esticamento de seu corpo.
Medical Play: Consiste nas práticas com alguns objetos de uso médico. Os mais difundidos são: espéculos vaginais, espéculos retais, e ânsucópios. Enemas, cateteres, agulhas e fist fucking podem entrar em sessões de Medical Play. Luvas cirúrgicas descartáveis são comumente utilizadas. Existe aqui uma boa dose de exposição da região genital e, em função disso, pode-se pensar em estímulos sensuais subseqüentes decorrentes de exibicionismo e do prazer advindo da sensação de estar envergonhado, que se somam aos estímulos principais, provenientes da relação de “dominação/submissão”.
Milho: Utilizado para tortura de se colocar a escrava ajoelhada sobre ele. O milho mais usual é o de pipoca. Mas pode-se também utilizar feijão (para uma tortura mais light) ou milho de canjica (para uma dor mais intensa). Para torturas ainda mais hard pode ser utilizada também tampas de garrafa, limalhas de ferro ou outros materiais, bem como fazer a escrava ajoelhar sobre superfícies incomodas e/ou dolorosas, seja por sua textura ou ate temperatura.
Misofilia: Prática envolvendo sujeira.
Mordaça: Tipo de gag utilizado para impedir a fala da escrava (diferente dos “Gag, GagBalls”, “arreios” e “mordedores” que tem a função maior e humilhante de fazer a escrava salivar).
Mumificação: Prática de se imobilizar o submisso(a), enrolando o corpo deste com ataduras, plástico, filme de PVC transparente (Magipack), ou congênere, impossibilitando qualquer movimento. Cuidado especial deve ser tomado para se evitar asfixia. Algumas vezes a prática de mumificação induz o(a) submisso(a) a um estado eroticamente alterado de consciência, provocando um mergulho no interior de si mesmo.
Munch: Reunião BDSM em local público, sem cenas, organizada com o fim de possibilitar que as pessoas se conheçam e/ou discutam sobre a filosofia BDSM. Além dos adeptos, também podem participar simpatizantes e “não praticantes”.
N
Nick: Apelido ou pseudônimo usado nas salas de bate papo e no meio virtual BDSM, que geralmente se estende ao meio real, onde Mestre e escravas se tratam pelo nick e não pelo nome de batismo. Os nicks podem indicar a condição de seu usuário. Seja pelo seu escrito (Mestre fulano, escrava cicrana), seja pela forma como se escreve ( existe a convenção de Doms usarem nicks com iniciais maiúsculas e escravas com iniciais minúsculas). Os nicks também podem ter marcas de propriedade, indicando assim que a escrava tem Dono.
O
Olhar: Vide “Vistas baixas”.
Orgulho: Não confundir com o orgulho no sentido de prepotência, vaidade ou indisciplina. O Orgulho da escrava está em “ser escrava”, pois uma escrava deve ter orgulho de sua posição, opção, entrega e dom. Isso a faz uma escrava orgulhosa, o que, na minha opinião pessoal, é a escrava perfeita. Nas fotos selecionei uma cena em especial do clássico “História de O”, onde a atriz consegue passar a imagem e o semblante de uma escrava no seu maior momento de orgulho: Ao recusar uma proposta de casamento e pedir a seu Dono que a chicoteie antes do pretendente ao matrimônio chegar para receber a resposta que seria tão somente a imagem que está nas fotos… *sem comentários*
P
Palavra de Segurança: Vide “safeword”.
Palmada: Ato de se bater com a palma das mãos.
Palmatória: Pedaço de madeira ou borracha, pesada, as vezes furada, similar á uma raquete de ping-pong, mas ligeiramente afilada, utilizada para spanking.
Pau de Arara: Forma e posição de se prender a escrava suspensa, de forma incômoda.
Pelourinho: Coluna de pedra ou madeira com argolas na parte superior para fixação de cordas ou algemas. Existem alguns modelos com argolas para fixação de tornozeleiras. Inicialmente usado para castigar escravos, dentro do BDSM é utilizado para imobilização de escravos(as).
Piercing: Embora o piercing não esteja envolvido diretamente em práticas dentro do BDSM, hoje é amplamente usado dentro de um conceito estético. Reportamos casos de submissos(as) que usam piercings como forma de exteriorizar simbolicamente a entrega ao seu dominador(a). Registramos duas modalidades diferentes de piercings dentro do BDSM: as práticas temporárias, e o piercing como símbolo. Nas práticas temporárias são utilizadas agulhas ou piercings de calibres pequenos, e são mais comumente inseridos nos pequenos lábios vaginais na mulher, no escroto no homem, ou nos mamilos em ambos os sexos. Os piercings no escroto que reportamos foram feitos subcutâneos, não penetrando profundamente. Nos mamilos, ao invés do piercing em forma de argola, reportamos para os casos temporários, o uso de agulhas que transfixavam os mamilos onde eram pendurados pequenos pesos. Ao término da sessão eram retirados. Piercings definitivos são usados dentro do BDSM nos mamilos e região genital. Podem ser dispostos em formas simétricas na vagina ou escroto e ligados por pequenas correntes, dentro de jogos de imobilização. Piercings precisam ser feitos sob condições específicas que certamente não são as de uma sessão BDSM: Os instrumentos usados devem ser estéreis. O diâmetro do cateter guia (usado para fazer o furo) depende da densidade do tecido a ser perfurado. A pele é presa com uma pinça e aplicam-se agentes bactericidas no local. O cateter é inserido e o furo é feito. Retira-se o cateter e coloca-se o piercing, que deve ser de material hipoalergêncio. (ouro, platina, nióbio ou aço inoxidável cirúrgico). Piercings requerem de seis a oito semanas para cicatrização. Se for aplicado na região genital, a abstinência sexual durante este período é obrigatória. Lembramos que piercings podem causar hemorragia, necrose de tecido e danos a nervos. Técnicas diferentes aplicam-se a áreas diferentes do corpo. A escolha do calibre apropriado do cateter e do piercing é crucial.
Pinça: Um tipo de “clamps”, no formato de uma pinça, geralmente ligados a correntes.
Play Party: Reuniões sociais onde ocorrem se desenrolam cenas BDSM.
Plug: Objeto em formato cônico ou cilindrico com um estreitamento na base, próprio para ser inserido no ânus ou mesmo na vagina. Alguns podem vibrar ou expelir líquidos. São usados para dilatação, treinamento/disciplinamento anal ou mesmo para humilhação da escrava, ao impor-se seu uso secreto em momentos cotidianos.
Podofilia: É a fantasia sexual/atração por pés. Não confundir, como muitos, com pEdofilia. A pedofilia é uma prática criminosa que consiste em relações sexuais com menores de idade. Assim, considerando-se que legalmente os mesmos não tem capacidade para a consensualidade, sua ligação com o BDSM estaria de imediato comprometida, por impossibilitar e ferir a tríade do SSC.
Pony Girl / Pony Boy: Submissa treinada para agir e se comportar como um pony, ou cavalo. Existem roupas e acessórios para ponygirls.
Posições Incômodas: É comum a escrava ser presa em posições incômodas como forma de disciplinamento ou tortura.
Privação de Sentidos: Um dos meios de provocação de DOR PSICOLÓGICA. Técnica de dominação que reduz as informações sensoriais, utilizando-se mordaças, capuzes, vendas, tampões, e/ou outros instrumentos.
Privação Sexual: Ato de impedir física ou mentalmente que o(a) submisso(a) tenha prazer. Pode ser aplicado tanto por voz de comando, caso haja um condicionamento para tal, como por meio de aparelhos para impedir as sensações físicas.
Proibição de Orgasmo: Ato de proibir, apenas pela ordem verbal a obtenção de orgasmo por parte do submisso(a). É comum o(a) dominador(a) ordenar ao submisso(a) que não goze, a não ser que ordenado pelo dominador(a). Requer uma grande dose de concentração e auto-controle.
R
Raquete: Utilizada para espancamento, como palmatória.
Regras: Normas de conduta preliminares e básicas impostas à escrava.
Régua: Utilizada para espancamento, pode ser uma eficiente palmatória.
Relho: Chicote Hard, de couro seco trançado que provoca hematomas internos.
Restrições: Uma variante da imobilização, onde se priva o(a) submisso(a) de alguns dos sentidos: a visão, a audição, a fala, etc. Na comunidade BDSM é comum o uso de vendas, mordaças ou gag-balls, tampões de ouvido, etc. visando gerar no(a) submisso(a) uma expectativa, uma tensão do que está por acontecer. Em formas mais pesadas de práticas BDSM se tem conhecimento do uso de sondas uretrais para controle das necessidades fisiológicas do submisso(a) e uso de cinto de castidade por tempo determinado, tanto em homens quanto em mulheres, impedindo o ato sexual tanto anal quanto vaginal. Outra atividade bastante popular é a “proibição” do gozo por parte do submisso(a), onde este deve aguardar a permissão de seu mestre ou dominador(a) para tal. Nota-se aqui o componente erótico que sempre está presente. O que se busca é prazer mútuo dentro do São, do Seguro e do Consensual.
Rimming: É o sexo oral no ânus. Ato de lamber ou beijar o ânus.
Ritual: Pequena/média encenação durante uma sessão, com movimentos, comportamentos e falas pré-estabelecidos.
Roda: Móvel de tortura muito usado na Idade Média e pela inquisição que consiste numa roda onde a vítima é presa em X. Nas torturas medievais a vítima tinha seus braços e pernas quebrados para impedir sua sustentação na roda que era girada na maior velocidade possível. Nas práticas BDSM a roda e utilizada para colocar com facilidade a escrava em diversas posições, inclusive de cabeça para baixo. A “roda” não precisa ser obrigatoriamente circular. Uma cruz de Santo André pode perfeitamente servir de roda, se girar.
Roda de Pinos: Vide Esporas.
S
Safeword: Palavra ou gesto pré-estabelecido entre as partes que, uma vez utilizado pela escrava, demonstra que a mesma atingiu seu limite de resistência com a cena.
Saliromania: Praticas e prazer associados ao suor.
Serva: Vide Escrava.
Sessão: Período de tempo (geralmente num local específico- Motel/masmorra) onde se desenvolve com maior intensidade e ininterruptamente o jogo BDSM. Sessão pode ser definida como um conjunto de cenas ou a “encenação” do BDSM (pelos adeptos da teoria de que BDSM seja teatro).
Sete por Vinte e Quatro (7/24): (De: 7 dias por semana, 24 horas por dia.) Filosofia dentro do BDSM onde, analisando de um modo simplista, as pessoas envolvidas se propõem a viver um relacionamento de Dominação/Submissão 24 horas por dia. Este tópico também é muito abrangente e merecerá estudo à parte.
Sexo: Constante, usual e prazeroso no BDSM, mas não obrigatório, podendo este se resumir a cenas e jogos de dominação e sadomasoquismo.
Sexo Anal: Embora largamente praticado fora do contexto BDSM, é utilizado como forma simbólica de posse e dominação ou de entrega e submissão. Alguns cuidados básicos devem ser tomados para o sexo anal: As doenças sexualmente transmissíveis, em especial a AIDS; a penetração vaginal logo após a penetração anal é outro descuido freqüente e serve de porta de entrada na vagina para bactérias que estão no ânus e reto, propiciando uma série de problemas para a mulher. A “perda das pregas” é um folclore. Ninguém perde pregas por praticar sexo anal. Exploram-se também as várias possibilidades do uso do ânus dentro do BDSM. Enemas, Fisting, butt-plugs para relaxamento dos esfíncteres, etc. Mas, basicamente, todos têm a mesma função: servir como veículo de prazer e simbolizar a entrega para outro(a) de algo que não é comum e, portanto, especial.
Sexo em Público (Agorofilia): Pratica que no BDSM se expande também para a dominação, tortura, humilhações e cenas em geral.
Sexo Oral: Prazerosa prática baunilha amplamente utilizada no BDSM, mais como imposição do ato à escrava que como concessão do Mestre a ela.
SM ou S&M: Prática BDSM centrada na dor. Sadomasoquismo.
Shibari: (Do Japonês: “Shibari” – amarrar) Termo genérico utilizado atualmente para designar o bondage japonês. Técnica de bondage extremamente estética, derivada do “Hojojutsu” (ver:- hojojutsu) e originária no Japão feudal, com profundas raízes na cultura Japonesa. Cada clã medieval japonês possuía sua própria técnica que era zelosamente guardada. Inicialmente era utilizada como forma de imobilização, castigo e punição aos prisioneiros. O Shibari ou hojojutsu era aplicado pela polícia local e pelos samurais com dois objetivos principais: imobilizar a vítima e coloca-la em uma postura de submissão e humilhação. O Shibari teve uma revalorização erótica á partir de 1960. No japão é formalmente conhecida como “Kinbaku-bi” e existem teatros especializados onde se pode, mediante pagamento de ingresso, assistir a um espetáculo de shibari. Os mestres de Shibari japonês são muito respeitados. A mulher japonesa que é submetida ao shibari recebe o nome de “Dorei” – (Ver:- Dorei)
Silver Tape: Fita prateada e larga com forte poder adesivo, utilizada como eficiente mordaça, ou mesmo para “wraps”.
Socratismo: Estimulação anal por Introdução do(s) dedo(s).
Sodomia: Ato de se penetrar o anus. Em sentido restrito, o sodomita é o praticante ativo.
Spanking: Nome utilizado dentro da comunidade BDSM para o ato de bater, notadamente na região das nádegas. Não se pode confundir o spanking dentro do BDSM e do S.S.C. com o ato da violência física. São situações diametralmente opostas. Nenhum dominador(a) ou submisso(a) corrobora ou aceita a idéia de que para entregar-se deve apanhar ou tomar uma surra. O spanking visa o prazer mútuo e é uma forma de se potencializar o desejo. Necessário fazer uma ressalva aqui, que em algumas culturas orientais, o ato de bater para estimular sensualmente é amplamente aceito e difundido, basta consultar o Kama Sutra No Brasil spanking engloba o ato de bater com as mãos, chicote, vara, chinelo ou palmatória. Nos Estados unidos e Europa, há uma distinção entre o Spanking, Whipping e “Canning”. “Whipping” é qualquer atividade que envolva chicotes e Canning, que envolva varas. (bambu, rattan, etc.). No BDSM pratica-se o spanking de várias formas. Com a mão, aplicando-se palmadas, onde não é a força que importa, mas sim o ritmo e a constância; e com chicotes dos mais variados tipos, chibatas, chinelos, etc. Mas não com varas. Canning não é spanking. A prática de se bater com uma vara é extremamente perigosa e pode provocar sérias lesões internas. Raramente utilizada dentro do BDSM como forma de castigo severo. É consenso que o rosto e pescoço são áreas proibidas para spanking em virtude da quantidade de tecidos e órgãos que podem ser facilmente lesados. (ex: olhos, nariz, boca, cabeça). A maior parte das pessoas “SM” que gostam de punições corporais incluem o spanking em suas atividades. Uma cena de spanking começa com um “jogo” real ou imaginário de punição por alguma falta ou ato cometido pelo submisso(a) No contexto BDSM spanking é associado para aumentar a sensação de vulnerabilidade física do parceiro. Muitos fatores, entretanto, são comuns na figura do dominador(a): autoridade, coerção erótica, humilhação e representação da figura paterna, que podem despertar mecanismos de prazer no submisso(a). Havelock Ellis e, posteriormente, Wilhelm Stekel abordaram aspectos psicológicos das atividades de spanking que indicamos para quem quiser se aprofundar neste tema sob outra óptica.
SSC: São, Seguro e Consensual. A importante tríade que separa o aceitável e o condenável no BDSM. Tudo que possa ser classificado como SSC é aceitável no BDSM, por mais que para alguns (ou nós mesmos) pareça um exagero ou absurdo. Da mesma forma, qualquer coisa que venha a ferir um dos elementos da tríade deve ser execrado e condenado, por mais que possa, a princípio, parecer um insignificante detalhe.
Spread Bar: Barras longas, usualmente de metal madeira com argolas e/ou furos em cada ponta, usadas em situações de imobilização para manter os braços ou pernas do submisso(a) afastadas.
Submissa: Vide Escrava.
Sucção: Sucção da pele ou de órgãos genitais, realizado com o auxílio de bomba de vácuo manual ou eletro-mecânica. Pequenos copos de vidro ou plástico, conectados por tubos plásticos e aplicados aos seios, genitais femininos ou masculinos.
Pela diferença de pressão, provoca-se o “inchaço” da região onde é aplicado. Se utilizado com muita pressão, deixa marcas circulares roxas. A medicina chinesa utiliza uma técnica similar.
Stop Code: Vide Safeword.
Subspace: Um estado físico e mental ocasionado pela liberação de endorfinas. As endorfinas podem ser liberadas devido ao “stress” ou á uma prática intensa e m uma sessão BDSM. Não é um acontecimento comum.
Sumissão: Segundo o dicionário Aurélio: obediência, sujeição, subordinação, docilidade, servilidade, humildade e subserviência.
Suspensão: Técnica de imobilização onde o peso do(a) submisso(a) é totalmente ou parcialmente suspenso por algemas e tornozeleiras especiais. Não se faz suspensão só com cordas ou algemas ou tornozeleiras comuns. Esta prática requer cuidados especiais com o equipamento, fixação, tempo de permanência em suspensão e posição.
Switcher: Do inglês “switch” (trocar) – Aquele que se agrada do BDSM tanto como dominador/sádico, quanto como escravo/masoquista, praticando-o em ambas as posições, seja com um mesmo parceiro, seja com parceiros diferentes.
Strap-On: Vide “Inversão de papéis (2)”
Swing: Pratica entre casais que consiste em se permutar os parceiros.
T
Tickling: Pratica aparentemente inocente, mas utilizada milenarmente pelos chineses como tortura menor. O tickling é o ato de se aplicar cócegas e beliscões em alguém. Psicologicamente perturbador, depois de um tempo transforma-se em uma poderosa forma de estímulo sensual. Existe um componente psicológico muito forte nas cócegas, talvez por remeter às “couraças musculares” tão bem tratadas por Reich . Normalmente o tickling é feito com o submisso(a) imobilizado para evitar fugas ou movimentos involuntários bruscos. O dominador(a) pode usar as mãos, penas, pequenos “rastelos”, ou qualquer coisa que provoque cócegas. Se aplicado por muito tempo pode ocasionar incontinência urinária, o popular “urinar nas calças de tanto rir”. Excluindo-se o nervosismo inicial, uma sessão de tickling libera uma quantidade considerável de endorfinas no cérebro. É comum o submisso sentir uma mistura de sensações de bem estar e esgotamento físico depois de uma sessão de tickling. O dominador(a) deve observar que uma sessão prolongada de cócegas pode ser extremamente perigosa.
Títulos Honoríficos: É comum o Top se auto-intitular honorificamente, em especial nos nicks utilizados pelo mesmo. Assim, utilizam termos como Lord, Herr, King, Imperador, etc. Porém, tais títulos não tem uma definição específica ligada a uma pratica ou comportamento (como Mestre, Dominador, Sádico, Dono e Mentor), sendo apenas uma auto-intitulação.
Toalha Molhada: Utilizada para espancamento, sendo bastante dolorosa, mas segura por não deixar marcas.
Top: Homem ou mulher que está na posição de dominação. (Do inglês: “top” em cima, acima)
Tornozeleiras: Algemas utilizadas nas pernas, mais especificamente nos tornozelos.
Tortura Genital: O princípio básico da tortura genital é provocar sensações profundas e intensas diretamente nas zonas erógenas do corpo. A intensidade e as atividades variam de pessoa para pessoa e de prática para prática. Reportamos um grande cuidado dos praticantes para que não se ultrapasse o ponto onde a dor deixa de estar associada ao prazer. A área genital e os mamilos estão sujeitos a danos irreversíveis mesmo sob “castigos” moderados e os praticantes são muito cautelosos neste tipo de atividade. Pode-se usar gelo, velas (parafina), “imobilização”, prendedores, pesos e uma infinidade de equipamentos para se praticar tortura genital. Esta prática está na maioria das vezes inserida em um contexto mais amplo. É muito raro uma sessão só de tortura genital, entretanto muitos homens e mulheres são particularmente sensíveis a castigos genitais, estimulando o(a) Dominador(a) a gastar mais tempo nesta modalidade. A tortura genital no homem submisso é conhecida como CBT (Cock and Ball Torture) e compreende toda e qualquer prática visando a impossibilidade de ereção, dor e/ou castigo físico no pênis, bolsa escrotal e púbis.
Trampling: É o ato de ser pisado(a) pelo dominador(a) estando este(a) descalço(a) ou com sapatos. Mais comumente observado no fetiche por pés. O risco do trampling é a pressão exercida por saltos altos muito finos, concentrando o peso do corpo do dominador(a) em uma área muito pequena. Novamente, cabeça, pescoço, plexo solar, e região genital são proibidos segundo relatos dos praticantes do BDSM. Admite-se o trampling na região genital, desde que feito sem sapatos, e dentro da tríade do S.S.C., o conceito de segurança é duplamente observado. Um trampling na região genital masculina pode causar sérias lesões e, até mesmo, a perda das gônadas. Trampling no pescoço invariavelmente conduz a morte.
Trave:Vide Cavalete.
Tronco: Vide Pelourinho.
Travestimento: Vide Crossdressing.
TT (Tit Torture): Do inglês, tortura nos seios.
U
Urofagia: Ingestão de Urina.
V
Vampirismo: Cenas que envolvam sangue, com ou sem sua ingestão. Encenações de vampiros.
Velas – Cera: Prática dentro do BDSM onde a parafina de uma vela é gotejada no corpo do submisso(a). Deve-se evitar derramar parafina muito de perto, bem como não se utilizar velas coloridas, porque o corante da parafina aumenta o ponto de liquefação da mesma. Velas coloridas, aromatizadas e similares, podem ocasionar queimaduras sérias.
Vela de Sete Dias: Vela mais grossa cuja cera se acumula fartamente. A quantidade de cera que pinga sobre o corpo da escrava é maior, porém, com temperatura mais baixa.
Vendas: Usadas para restringir a visão da escrava.
Vergar: Ato e subjugar e dominar a escrava e assim conseguir sua entrega e/ou obediência.
Vergas: Vide Butt-Plug.
Vibrador / Vibro: Utensílio de prazer, utilizado para estimulação sexual da escrava.
Vistas Baixas: Usualmente imposta à escrava no BDSM como forma de demonstrar submissão.
W
Water Sports: Na sexualidade humana, os mais profundos tabus são contra-balanceados pelo desejo de transgredir a fronteira tênue entre o permitido e o proibido. Neste tópico, abordaremos as atividades mais comuns associadas a Water Sports: enemas e golden shower (urina). Talvez, o desconforto que este assunto provoca explique a escassez de trabalhos e estudos sérios a respeito de Water sports como manifestação erótica. Mas o que é afinal Water Sports? É interesse erótico na eliminação, tanto natural como induzida (enemas) de fezes e urina. Clinicamente, os atos e práticas a ela associados são classificados como parafilias. Assim, Clismafilia é a erotização com enemas, Urofilia é o estímulo erótico por ver, entrar em contato, receber no corpo urina, ou urinar em alguém. Coprofilia é similar a Urofilia, mas envolve fezes, Cateterofilia é o estímulo erótico em usar ou aplicar em alguém um cateter, para controlar ou expelir urina. De todas estas práticas, os golden showers (ato de urinar ou receber urina no corpo do parceiro(a) e os enemas ( introdução de água no ânus, através de um irrigador) são as mais comuns). Toda e qualquer atividade de Water Sports tem um grau de risco. Um enema feito de uma maneira inadequada, por exemplo, pode ter conseqüências fatais. Urina, mesmo sendo um ambiente hostil para vírus e bactérias não está acima de infecções. Um cuidado muito grande durante as atividades foi observado em todas as descrições e relatos dos praticantes de Water Sports. Dentro do BDSM enemas e golden showers são formas utilizadas para simbolizar submissão e posse e também são utilizados como instrumentos em dominação mental, pois associam a sensação de uma profunda “entrega” (o cólon e reto dilatados por uma certa quantidade de água) à atividade de evacuar que o ser humano faz em absoluto isolamento. É uma experiência psicológica profunda receber um enema de um dominador(a), ter de reter este enema por uns 15 minutos, e depois ir ao banheiro sem poder fechar a porta para expelir o enema.
X
X: Posição muito prática e eficiente de se prender a escrava, por deixar seu corpo totalmente indefeso e acessível.
W
Wash: Cena que consiste em se lavar e/ou higienizar a escrava.
Wax: Vide Vela.
Wraps: Prática semelhante à “mumificação”, porém, sem a cobertura total do corpo da escrava.
Z
Zelofilia: Prazer derivado do ciúme. Jogos e cenas que envolvam ou provoquem ciúme.
Zoofilia: Prática sexual envolvendo animais.